quinta-feira, 31 de março de 2011

A crítica aos Alcóolicos Anônimos


Luiz Alberto Bahia
Sou o autor do livro O mito da doença espiritual na dependência de álcool que originou a reportagem da Folha. Vou esclarecer alguns pontos aqui levantados, segundo minha opinião, exaradas no referido livro:

1 - O problema não está somente o dependente como foi afirmado, prova é que outros métodos recuperam até 36% conforme atesta o estudo do Dr. Dartiu. A verdade insofismável é que A.A. recupera menos do que aqueles que não utilizam método nenhum. Assim sendo o resultado é negativo, e é isso que estamos tentando mostrar em nosso livro: A.A. estigmatiza os dependentes (pregando entre outras coisas que a origem da doença é causada pelos defeitos de caráter dos dependentes), repelindo-os para a sargeta. É bom que se saiba que o dependente quando chega ao chamado "fundo de poço", e então procura uma saída, ele está com a autoestima "zerada" e ao chegar em A.A. é humilhado, sendo qualificado como alguém que é possuidor de desvios de caráter, então desanima por completo. E o que é pior, fica resistente a outras abordagens.

2 - Não há o menor sentido dizer que industrias de bebidas estão financiando tais estudos, no meu caso, sou um ex-dependente com quase 17 anos de sobriedade, que passei a me dedicar ao estudo da dependência de álcool. Alguns de meus livros foram patrocinados por empresas, como neste livro que aqui cito, que não estão ligadas com produção ou comercialização de bebidas alcoólicas. É bom que se diga que o prefácio do livro foi escrito pelo Dr. Eduardo Kalina, uma das maiores autoridades mundiais em drogadição, que endossa por completo nossas afirmações sobre o A.A. (a maioria delas devidamente embasada em documentos). Sou fundador do GREDA - Grupo de Recuperrandos da Dependência de Álcool, que tem o objetivo de propagar a abstinência, não o consumo de álcool.

3 - Se a industria de bebidas alcoólicas estão satisfeitas com alguém nessa história, é com o próprio A.A., que está dificultando a recuperação de dependentes e repelindo-os para a sarjeta, para a volta ao copo. Segundo a OMS, menos de 1% dos dependentes de álcool do mundo inteiro estão em tratamento, e talvez a maior razão de tão insignificante número, é a estigmatização do dependente de álcool. Doentes cardíacos, diabéticos ou de qualquer outra doença não tem vergonha de sua doença, mas o de álcool tem e A.A. tem muito a ver com isto. Para que se tenha uma ideia de como o dependente é tratado em A.A., o Quarto Passo (do programa dos Doze Passos, que é o método de recuperação (?) de A.A.) induz o dependente a se confessar um culpado pela sua doença. Lá está exigindo do dependente: "Fizemos minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos."

4 - Quem está ganhando dinheiro às custas do dependente é o A.A. que VENDEM 86 PRODUTOS ao público (não só ao dependente), inclusive literatura obsoleta, doutrinária. E mais: do que é arrecadado, como na venda do livro tido, tido como básico (doutrinárioo na verdade) 45% volta para os EUA, para pagamento de royalties.

Convido a todos a conhecerem um pouquinho mais sobre a questão, fazendo uma vista ao meu blogue : greda-luizalbertobahai.blogspot.com.

Luiz Alberto Bahia (lzbahia@gmail.com)

A resposta - Psiquiatras rebatem críticas ao método do AA

 

Por IARA BIDERMAN

O método dos Alcoólicos Anônimos é o tratamento contra dependência de maior acesso no Brasil. "O tratamento formal atende pouca gente", diz o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, diretor da Unidade de Pesquisas em Álcool e Drogas da Unifesp.


Grupo dos Alcoólicos Anônimos tem a sua eficácia contestada
 
No país desde 1948, os Alcoólicos Anônimos têm hoje cerca de 5.000 grupos e um total de 130 mil frequentadores, de acordo com Hugo (que não revela o sobrenome), coordenador de divulgação do AA.
Esses grupos de autoajuda funcionam, segundo Laranjeira. "Não é panaceia, não dá certo para todo mundo, mas as grandes pesquisas não conseguiram responder se é melhor ou pior que outras abordagens."
Um dos maiores estudos, chamado Match ("combinando tratamentos de alcoolismo com a heterogeneidade do paciente", na sigla em inglês), avaliou por oito anos resultados do programa de 12 passos (a base do AA), terapia cognitivo-comportamental e terapia motivacional.

"A pesquisa mostra que o AA é tão bom quanto os outros", diz Laranjeira.

A ponderação do especialista é que, para comparar diferentes tratamentos, eles devem ter "doses" semelhantes. Nesse caso, a dose é o tempo de exposição do alcoólatra ao método (número de sessões por período).

O sucesso depende mais da aderência ao tratamento _que, em geral, é baixa. "A adesão depende do serviço. Quanto mais organizado, melhor. Nem todo serviço formal é bem organizado. E nos AA, os grupos são muito heterogêneos."

Hugo, do AA, confirma: "São milhares de grupos, não controlamos. Não temos índices de recuperação porque não pesquisamos isso. O que queremos é dar a melhor cobertura para o doente."

Ele afirma que a visão antiga dos AA que, entre outras coisas, rejeitavam uso de remédios, mudou. "A resistência de muitos psiquiatras é baseada em experiências do passado, quando medicamentos não eram admitidos. Hoje a tendência é somar tratamentos", diz Laranjeira.

DESISTÊNCIA
 
O psiquiatra Dartiu Xavier, um dos responsáveis pela pesquisa da Unifesp que questiona a eficácia dos AA, como noticiado ontem na Folha, afirma que os dados não são para dizer que o método é o pior, mas que também não é o melhor modelo.

"O problema é que muitos colocam nesses termos. A pesquisa, que envolveu cerca de 300 alcoólatras, confirma que a questão da aderência [ao tratamento] é fundamental e questiona como a dinâmica de funcionamento de alguns grupos dos AA estimula a desistência."

Fonte: Folha equilíbrio

Carta aberta ao senhor deputado federal Jair Bolsonaro

Caro deputado,

É muito cômodo ficar do lado do vencedor, lamber as suas botas. Quando o senhor esbraveja que a ditadura militar foi maravilhosa, é porque é muito fácil estar protegido pelos que eram mais fortes naquele momento da história. Mas tenho que te avisar que é de uma covardia de alta patente fazer isso como se fosse um ato heroico dentro da bandeira paradoxal da democracia.
Gostaria que o senhor espumasse tudo que sempre grita à favor dos militares de direita se estivéssemos em uma ditadura de esquerda, por exemplo, e que ela fosse contra todos os princípios que diz acreditar. Será que o senhor surgiria assim impávido para defender os milicos ou estaria em conchavos com a burocracia do partido que estivesse no poder? Bom, dentro de muitas coisas que li, por isso falho aqui de dar a referência de quem escreveu, o senhor é a prova viva que a democracia é melhor que qualquer ditadura, porque se ela fosse contra os ideais que o senhor diz ter, já estaria fuzilado literalmente e nem espaço para a defesa teria direito. O deputado quer apresentar no Congresso as explicações da resposta que deu à cantora Preta Gil que perguntou o que o senhor faria se um filho seu namorasse uma negra, a resposta foi: “Preta, não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco, meus filhos foram muito bem educados e não viveram em um ambiente como, lamentavelmente, é o teu”.



Fazendo esse exercício abstrato e filosófico, vamos imaginar – o senhor consegue, deputado! – o mundo comandado por negros e homossexuais. Como branco e heterossexual, no caso uma minoria nesse mundo às avessas que nem afros nem gays desejamos pois a luta é por direitos iguais, o Jair que tem dentro do senhor teria capacidade de sair nas ruas para lutar pelos seus direitos ou ficaria recriminando os arianos militantes em uma espécie de “heterofobia” introjetada? Algo me diz que o senhor ficaria com a segunda opção. Explico: numa primeira resposta a essa polêmica, em um ato de bravura assumiu que não entendeu a pergunta e que não foi erro da edição do programa, mas agora com a reação democrática de boa parte da sociedade esclarecida do país, mudou de opinião em questão de 24 horas e, em uma entrevista para uma rádio, disse que foi manipulação dos editores do CQC os responsáveis pela sua fala um tanto surreal. Isto é, ao perceber que os fortes não estão lhe acobertando e as instituições se movem contra o senhor é mais fácil recuar como fazem os gays silenciosos da Bella Paulista.
Voltando a esse troca-troca, vamos colocar luz na afirmação que senhor diz ter confundido negro por gay. Se seu filho namorasse com um gay, ele formaria um casal, conceito que está do lado oposto à ideia de promiscuidade. Já, se ele casasse com uma negra, seus genes - dentro de teorias eugenistas – estariam se misturando, se promiscuindo com os genes de outra etnia. Faz mais sentido o objeto do ataque do discurso ser uma negra do que um gay. Como também – para os crentes dessas teses contra a miscigenação – só numa família de negros (um gene fraco segundo os eugenistas), as pessoas não são bem educadas e tem ambientes desequilibrados.
Bolsonaro responde às questões de racismo exclamando que tem muitos afrodescendentes em seu gabinete e diz: “Minha mulher é afro e meu sogro, negão”. Caro deputado, não poderia ter resposta mais infeliz e dúbia. Onde o senhor quis dizer que admite negros no seu trabalho, pode-se ler também que como o bom e velho patriarcalismo brasileiro descrito no clássico “Casa Grande & Senzala” continua vivo com negros no "seu lugar de sempre", como empregados. E se referindo à família, na mesma obra-prima de Gilberto Freyre, temos capítulos e capítulos sobre a descrição de brancos que tomam as negras como objeto sexual, podendo até as colocar em posições de prestígio, vide Xica da Silva. Não digo que é o seu caso, mas suas declarações de uma suposta convivência pacífica com os negros não isenta a atitude racista que está sendo questionado.
Mas para terminar a carta, eu não poderia deixar de te dar um toque. O pai de Preta Gil que o deputado diz que é “aquele que vive dando bitoquinha em macho por aí” é muito mais homem que o senhor porque ele não tem medo de beijar homem e ainda assim ter uma conduta heterossexual, Gilberto Gil não tem medo, não é covarde e sabe bem o que deseja, por isso a tranquilidade de oferecer seu beijo a quem quer que ele queira. Costuma-se dizer que todo homofóbico é um gay enrustido, eu francamente prefiria de coração que esse exemplo não coubesse na figura de Jair Bolsonaro, porque ter o senhor como gay é pior que dormir com o inimigo.
Atenciosamente,
um viado que teve pai presente, boa educação e pago meus impostos para que o senhor receba um salário polpudo no fim do mês

Fonte: Folha de São Paulo - caderno Cotidiano

O racismo só não é crime inafiançável no Brasil, ao que parece.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Facebook


Em tempos de redes sociais, veja as vantagens e os perigos de ter um perfil


Na última quinta-feira (24), o jornal norte-americano The New York Times publicou a pesquisa Twitalyzer, que mostra quem são as pessoas mais influentes do Twitter.

Para a surpresa de muitos, mesmo não sendo campeão em números de seguidores, o comediante brasileiro Rafinha Bastos foi considerado a pessoa mais influente do Twitter, à frente de personalidades como Barack Obama (7ª posição). Na lista dos dez mais, o Brasil ainda tem outro citado, o apresentador global Luciano Huck, que ficou em 10º colocado.

Mais influentes

Para avaliar quem são os mais influentes do microblog, o levantamento considerou o número de vezes que as pessoas são citadas e retwitadas. Veja abaixo os dez mais influentes:

1- Rafinha Bastos - comediante brasileiro;
2 - Chad Ochocinco - jogador de futebol americano;
3 - Connan O'Brien - comediante e apresentador nos Estados Unidos;
4 - Stephen Fry - ator britânico;
5 - Ryan Seacrest - apresentador norte-americano;
6 - Snoop Dogg - rapper norte-americano;
7 - Barack Obama - presidente dos Estados Unidos;
8 - Rainn Wilson - ator norte-americano;
9 - Kim Kardashian - socialite norte-americana;
10 - Luciano Huck - apresentador brasileiro.

Vantagens e desvantagens

Mas, em tempos de redes sociais, será que tanta exposição faz bem para a carreira? De acordo com a vice-presidente da Sociedade Brasileira de Coaching, Flora Victoria, a resposta a esta pergunta depende, entre outros fatores, da profissão e dos objetivos do profissional.

“A pessoa deve ter uma estratégia para colocar o seu perfil na rede, considerando a sua profissão. Para quem tem profissões menos tradicionais, a exposição é positiva e a imagem pode aumentar o valor do profissional. Já para quem trabalha em áreas mais tradicionais, esta exposição deve ser feita com atenção redobrada”, diz.

A headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Emmanuele Spaine, concorda e lembra que, atualmente, as empresas utilizam muito as redes sociais para conhecer melhor o perfil de candidatos, visto que o investimento para ir atrás do profissional desta forma é menor e o resultado, mais rápido.

Assim, conclui ela, devem ter bastante cuidado com os seus perfis em redes sociais. “Com as redes sociais, as empresas conseguem ter uma ideia mais rápida se determinado candidato tem ou não um perfil adequado à vaga oferecida. Então, as pessoas precisam ter bom senso na hora de publicar conteúdos”, aconselha Emmanuele.

Visibilidade

De modo geral, a visibilidade é apontada como a principal vantagem de se ter um perfil na rede. Por outro lado, ela faz com que as pessoas precisem ter cuidado redobrado com o que fazem na web para não ter a imagem profissional prejudicada.

Abaixo, uma lista das vantagens e dos perigos para a carreira de se manter um perfil ativo em redes sociais, segundo o diretor executivo da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Sérgio Luis Rodrigues:

Vantagens:
  • Manter bom relacionamento;
  • Estabelecer parcerias;
  • Buscar novas oportunidades de negócios;
  • Passar credibilidade pelo conteúdo do perfil.
 Perigos:
  • Ter os dados pessoais utilizados de forma ilícita;
  • Fazer comentários negativos sobre pessoas ou empresas;
  • Fazer comentários sobre religião;
  • Comentar sobre assuntos internos da empresa em que se trabalha;
  • Deixar algum assunto pendente ou sem resposta, podendo perder a credibilidade.
Fonte: http://www.administradores.com.br

A 'conquista' do prefeito de Taguaritinga




Que tal anunciar plantio de grama e obras necessárias de segurança em prédios inadequados como uma “CONQUISTA”?
Conheça Taquaritinga, ou melhor, o prefeito de Taquaritinga falando da sua cidade, ou melhor, da sua grande obra: a propaganda dele próprio.
Sabe de outros prefeitos trabalhando tanto por si mesmos pelo Brasil? Mande as fotos para rede@marcelotas.com.br

Fonte: blog do Tas

terça-feira, 29 de março de 2011

Frase


Sabe aqueles dias em que você acorda se sentindo especialmente bela? Estou assim hoje.

Comprimido de hormônio pode ajudar na cura do medo de altura, diz estudo


  • Comprimido foi usado junto com terapia Comprimido foi usado junto com terapia
Cientistas na Universidade de Basel, na Suíça afirmam que comprimidos de hormônio do estresse, o cortisol, podem ajudar pessoas a superar o medo de altura.
A pesquisa, publicada na revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences, pode levar ao desenvolvimento de tratamentos para uma série de problemas ligados à ansiedade.
Os cientistas fizeram testes em 40 pacientes que sofriam de medo de altura, ou acrofobia. Além dos comprimidos de cortisol e placebos, os pacientes também passaram por terapia comportamental.
Depois dos testes, os pesquisadores descobriram que os que receberam o cortisol junto com a terapia comportamental tinham registrado uma grande redução do medo.

Terapia

Fobias, como o medo de altura são comuns e a característica delas é o medo pronunciado e desproporcional de certos objetos ou situações, como olhar para baixo de cima de uma plataforma elevada.
Para o tratamento de fobias geralmente é aplicada uma forma específica de de psicoterapia, a exposição do paciente de forma controlada a situações consideradas assustadoras, para, gradualmente, diminuir o medo.
O professor Dominique de Quervain, diretor do Departamento de Neurociência Cognitiva da Universidade de Basel, sugeriu, devido aos seus estudos anteriores, que o cortisol poderia ajudar no processo de "aprendizagem" do paciente durante esta terapia de confrontação.
Os 40 pacientes que participaram da pesquisa sofriam de vertigens e, durante uma semana, tiveram três sessões da terapia de confrontação de seu medo.
Metade deles recebeu um comprimido de cortisol uma hora antes da sessão de terapia, a outra metade recebeu um comprimido de placebo.
Os pacientes eram em seguida expostos a situações de medo de altura por meio de realidade virtual.
Os cientistas mediram o medo dos pacientes três a cinco dias depois da terapia e um mês depois da última exposição à situação de medo. A análise do medo dos pacientes foi feita através de questionários e sensores colocados na pele.
As pessoas que tinha recebido o comprimido de cortisol mostraram uma diminuição significativa no nível de ansiedade, em comparação com os pacientes que receberam o placebo.
Agora, os cientistas da Universidade de Basel planejam investigar os efeitos do cortisol junto com a psicoterapia no tratamento de outras fobias e ansiedades.

Fonte: Uol ciência e saúde

Frase

'O homem sensato adapta-se ao mundo. O homem insensato insiste em tentar adaptar o mundo a si. Sendo assim, qualquer progresso depende do homem insensato.'

George Bernard Shaw

segunda-feira, 28 de março de 2011

Ideologia - Cazuza



Epitáfio para a MPB

“Meus heróis morreram de overdose de dinheiro público/
Os amigos do Chico estão no poder…”


Por Reinaldo Azevedo

domingo, 27 de março de 2011

O melhor trecho de Marley & Eu - John Grogan























Para um cão, você não precisa de carrões, de
grandes casas ou roupas de marca. Símbolos 
de status não significam nada para ele. Um 
graveto já está ótimo. Um cachorro não se 
importa se você é rico ou pobre, inteligente ou 
idiota, esperto ou burro. Um cão não julga os 
outros por sua cor, credo ou classe, mas 
por quem são por dentro. Dê seu coração a 
ele, e ele lhe dará o dele. É realmente muito 
simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão 
mais sábios e sofisticados, sempre tivemos 
problemas para descobrir o que realmente 
importa. De quantas pessoas você pode falar 
isso? Quantas pessoas fazem você se sentir 
raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem
você se sentir extraordinário?

sexta-feira, 25 de março de 2011

O retrato de Dorian Gray chega aos cinemas

Viva!! Li o livro ainda na adolescência e é fantástico.
Espero que o filme esteja a altura.

Europa Filmes / Divulgação

A beleza contra a decrepitude. A pureza versus a libertinagem. A história do jovem e inocente Dorian Gray e sua imersão num universo de devassidão ganha mais uma versão para o cinema, nas lentes de Oliver Parker, cujo filme de maior representatividade, como diretor, foi a adaptação de Othelo (1995), de William Shakespeare, com Laurence Fishburne. O retrato de Dorian Gray chega hoje aos cinemas do país.

Nem o peso de ter em seu elenco o ganhador do Oscar deste ano de melhor ator, Colin Firth, salva a adaptação de cair num marasmo. O início do filme dá a impressão de que seremos guiados pela história de maneira não cronológica, mas, na verdade, só entrega nos primeiros minutos, o que acontecerá no decorrer da trama.

Vemos um Dorian transtornado, apunhalando alguém, colocando os pedaços da vítima numa mala com as suas iniciais e jogando-a no rio. A história volta um ano no tempo. A partir daí, segue-se uma narrativa cronológica. Conhecemos um recatado Dorian Gray. Sua inocência é explicita, banal. Logo ao chegar em Londres de 1890, o jovem quase é engambelado por um grupo de rapazes mal-intencionados. Ben Barnes, no papel principal, faz um bom trabalho. Principalmente durante a transformação, de personagem puro a violento.

Mais interessantes que o próprio personagem principal, são os dois coadjuvantes. Ben Chaplin e Colin Firth são amigos de Gray: o artista Basil Hallward e o aristocrata Lorde Henry Wotton, respectivamente. Cada um deles representa um lado da moeda. Nessa dicotomia entre as duas filosofias, "seja alguém e conservador" ou "viva sem pudores", fica obvio quem é que ganha a preferência do Gray. Basil pinta o famoso retrato que dá nome ao longa. "Minha maior obra", diz.

Misteriosamente, a pintura passa a absorver qualquer infortúnio que acometa o jovem retratado - seja físico ou sentimental. Enquanto Dorian não envelhece, seu amigo, Lorde Wotton (Firth), perece na batalha contra o tempo. A sua decadência, sim, é interessante. Mas, em mais um filme de época com Colin Firth, dá até vontade de esperar por uma gaguejada. Uma, que seja.






Fonte: Divirta-se

Eggcubism: arte em caixas de ovos

Da próxima vez que você colocar seu lixo pra fora, pense se realmente está colocando lixo pra fora. Apesar do estranhamento da frase anterior, basta olhar as figuras abaixo e perceber o significado do que estou falando.
arte em caixa de ovos eggcubism
Enno de Kroon achou que suas caixas de ovos vazias não era lixo. O artista holandês fez da peça quadrada que servia para acomodar ovos de galinha sua tela de pintura. Eggcubism é como o Enno de Kroon intitula sua arte.
Inspirado nos gênios Pablo Picasso (1881 – 1973) e Georges Braque (1882 – 1963), Enno de Kroon revisita o cubismo trazendo diversas perpectivas de olhar suas pinturas.
A irregularidade do formato da caixa de papelão dá um efeito tridimensional ao quadro de Kronn, tornando suas pinturas mais interessantes. Pois se observa uma imagem diferente a cada ângulo que se olha para o caixa de ovos pintada. Confira mais peças do artista holandês:
arte em caixa de ovos eggcubism


arte em caixa de ovos eggcubism

Fonte: Aicaramba.net

quarta-feira, 23 de março de 2011

terça-feira, 22 de março de 2011

Etiquetas psiquiátricas de trastornos inventados



Lindo comercial.
Quem trabalha com saúde mental percebe que de fato, as pessoas são tratadas mais como rótulos do que como pessoas, infelizmente.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Hoje é o dia do teatro!

















O Teatro Mágico - O Anjo Mais Velho
Fernando Anitelli

"O dia mente a cor da noite
E o diamante a cor dos olhos
Os olhos mentem dia e noite a dor da gente"

Enquanto houver você do outro lado
Aqui do outro eu consigo me orientar
A cena repete a cena se inverte
enchendo a minha alma d'aquilo que outrora eu deixei
de acreditar

tua palavra, tua história
tua verdade fazendo escola
e tua ausência fazendo silêncio em todo lugar

metade de mim
agora é assim
de um lado a poesia o verbo a saudade
do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no
fim
e o fim é belo incerto... depende de como você vê
o novo, o credo, a fé que você deposita em você e só

Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você



O risco mortal de quem vê Alexandre Garcia na TV


O risco mortal de quem vê Alexandre Garcia na TV

Por Jorge Schelb
A Globo, maior rede de TV do país, tem o dever, como qualquer outra emissora, de zelar pela vida e pela paz no trânsito. Um dos principais arautos deste saudável princípio na imprensa brasileira é o jornalista Alexandre Garcia, estrela do Jornal Nacional e do Bom Dia, Brasil e âncora do principal noticioso da rede em Brasília, o DF-TV. Quando se pesquisa no Google as palavras "Alexandre Garcia" + "trânsito", surgem 224 mil resultados, prova matemática de sua persistente e elogiável militância na luta contra a violência que fere e mata em nossas ruas, avenidas e estradas.

Mas, semanas atrás, Garcia exagerou na dose – e cometeu um grave erro de julgamento que, em vez de evitar, pode fazer mais vítimas no trânsito. Naquele dia, no DF-TV, jornal que antecede o noticioso do horário do almoço na rede, o Hoje, estava na telinha o irredutível Alexandre Garcia esbravejando, mais uma vez, sobre o caos do trânsito e a inata inapetência e mau-caratismo do motorista brasiliense. Brasília, como se sabe, é um raro caso de cidade brasileira onde funciona a faixa de pedestre: como nos centros mais civilizados da Europa, basta erguer a mão para que os veículos, respeitosamente, parem e aguardem a travessia do pedestre.

Submissão do homem à máquina
Garcia, num acesso radical, dispensava na tela da TV o aceno dos pedestres. O defensor dos fracos no trânsito condenava na TV o gestual que é feito para sinalizar uma iminente travessia na faixa de pedestre, alegando que o sinal seria uma indesculpável prova da submissão do homem à maquina. A mão levantada, na intrigante visão de Garcia, seria uma quase genuflexão do pobre pedestre ao maldoso condutor.

Em seu comentário, Garcia induzia as pessoas andantes a não mais serem subservientes ao carro e seus bandidos ao volante, dispensados sequer de erguer o braço na calçada. No refinado raciocínio do jornalista, já é tempo que a máquina, maldita seja, se submeta ao ser humano, mesmo sendo ele um distraído citadino que passa a apostar sua própria vida contra a regra do trânsito sem hierarquia.

Esquece Garcia, esse paladino do trânsito civilizado, que as relações nas ruas são um diálogo entre partes: o motorista, o veículo e o pedestre. O gestual estimulado em Brasília e corretamente chamado de "dê sinal de vida" faz parte da linguagem deste harmônico convívio na capital brasileira. Afinal, entre a frase e o ato de se atravessar a rua, intercorrências podem ocorrer por diversos motivos: o freio do carro pode falhar, o condutor pode ser acometido de uma síncope, o mero descumpridor de lei pode repetir sua transgressão habitual... E aí, senhor jornalista?

Eu, como todo mundo, em alguns momentos do dia também sou pedestre, mas não aposto nunca minha vida e minha integridade física. Tampouco me considero submisso no resguardo de minha vida, apelando à prudência de acenar antes de atravessar a rua na faixa.

Na manhã de segunda-feira [14/3], num balão da superquadra 411 Sul, dois jovens pedestres, sem sinalizar a travessia na faixa, invadiram abruptamente a rua sem a menor atenção ao que faziam. Eu dirigia a cerca de 30 quilômetros por hora (o limite sinalizado no local é de 40 km/h) e quase não consegui frear a tempo. O veículo que vinha atrás por pouco não arrebentou o meu. Eu saí do carro, muito irado com aquela quase tragédia estimulada (como sempre) pela imprudência, e perguntei aos jovens se eles não tinham amor à própria vida. A resposta cínica da dupla:

— Ué, você não viu o Alexandre Garcia na Globo?


Crônica retirada do Observatório da Imprensa, pelo twitter @

sábado, 19 de março de 2011

Para refletir

Frase copiada do Marcelo Lisa: 
 ‎"Aquilo que você mais sabe ensinar, é o que você mais precisa aprender..." 
(Richard Bach)
Bom dia!

sexta-feira, 18 de março de 2011

Dez fatos que comprovam que o mundo acabará em 2012

Não acredito nisso mas a compilação foi engraçada.


Recebi da Luli por e-mail e me divirto muito com o que ela manda.

Frase


'Lágrimas não são argumentos.'
Machado de Assis

Mas é necessário chorar quando se tem vontade.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Encontro com o Passado Trailer

Alimentos x hormônios: nossa expert em nutrição lista os principais alimentos que regulam hormônios-chave no organismo das mulheres

Por Redação Marie Claire

Editora Globo

Quais alimentos ajudam a regular os principais hormônios presentes no corpo feminino? - Rosa Clara, São Paulo (SP)
Os mais de 100 hormônios que existem em nosso organismo funcionam como "mensageiros químicos", regulando diversas áreas e funções, como, por exemplo, o crescimento e desenvolvimento do corpo e a função reprodutiva.
Eles são fabricados a partir do colesterol e de proteínas, e manter sua produção em dia é essencial para uma boa saúde. Veja abaixo de que maneira os alimentos podem ajudar nas mais diversas áreas, garantindo a regulação e bom funcionamento dos hormônios:

AUMENTO DA SENSAÇÃO DE BEM-ESTAR:

Invista em carboidratos, no leite e no salmão para elevar os níveis de triptofano no sangue, um dos aminoácidos que produz serotonina, importante neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar. Só tome cuidado com um fato: o consumo excessivo de carboidratos pode fazer com que o triptofano seja requisitado para fornecer energia ao corpo, retirando-o assim de função como produtor de serotonina.

AMENIZAR EFEITOS DA TPM E DA MENOPAUSA:

Os indesejáveis sintomas da TPM e da menopausa têm em suas raízes a baixa quantidade de estrógeno no corpo durante esses períodos. O hormônio tem entre suas funções manter a pele em dia, regular a distribuição de gordura pelo corpo e pelo sangue, além de fixar o cálcio nos ossos; a falta ou baixa dele no organismo pode causar déficits nessas áreas, além causar ondas de calor nas mulheres. Uma maneira de driblar isso é manter uma dieta rica em soja, que contém isoflavonas, um tipo de fitoestrógeno com estrutura química muito semelhante a do estrógeno.

REGULAR A INSULINA:

Em geral, os alimentos, ao serem consumidos, elevam a insulina, hormônio responsável por levar o resultado final da digestão - a glicose - para dentro das células. Com isso, ela regula a taxa de glicemia do sangue. Se a insulina estiver desregulada, como acontece em quem tem diabetes, a glicose não é devidamente metabolizada, provocando , assim , um aumento de gordura no corpo. Invista nos carboidratos integrais (arroz integral, massa integral, cereais, pão integral, aveia) e aumente a ingestão de alimentos ricos em fibras (folhas, frutas, feijão). Eles estimulam a produção de insulina de maneira gradativa.

DIMINUIR A GORDURA ABDOMINAL:

A liberação de cortisol em excesso, geralmente relacionada ao stress, aumenta os estoques de gordura principalmente na região abdominal do corpo. Para regular essa liberação, consuma vegetais verde-escuros , carnes magras e grãos integrais, alimentos ricos em vitaminas do complexo B, responsáveis por equilibrar a quantidade de cortisol no organismo.

A boa mãe



Não me canso de ler este texto.

'A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo.'

Varias vezes ouvi de um amigo psicanalista essa frase, e ela sempre me soou estranha.
Chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno de querer colocar a cria embaixo da asa, protegida de todos os erros, tristezas e perigos. Uma batalha interna hercúlea, confesso.
Quando começo a esmorecer na luta para controlar a supermãe que todos temos dentro de nós, lembro logo da frase, hoje absolutamente clara.
Se eu fiz o meu trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária.
Antes que alguma mãe apressada venha me acusar de desamor, preciso explicar o que  significa isso.
Ser 'desnecessária' é não deixar que o amor incondicional de mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência dos filhos, como uma droga ao ponto de eles não conseguirem ser autônomos, confiantes e independentes. Prontos para traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas frustrações e cometer os próprios erros também.
A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical, como bem resumiu a psicóloga e educadora Lidia Aratangy no artigo 'maternidade, liberdade, solidariedade'.
A cada nova fase, uma nova perda e um novo ganho, para os dois lados, mãe e filho.
Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse vínculo não para de se transformar ao longo da vida.
Até o dia em que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família e recomeçam o ciclo.
O que eles precisam é ter certeza de que estamos lá, firmes, na concordância ou na divergência, no sucesso ou no fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, o conforto nas horas difíceis.
Pai e Mãe - solidários - criam filhos para serem livres. Esse é o maior desafio e a principal missão.
Ao aprendermos a ser 'desnecessários', nos transformamos em porto seguro para quando eles decidirem atracar.'

quarta-feira, 16 de março de 2011

Surpresa!!


Que delícia - esta tarde fui surpreendida com um convite do marido para tomar um chopp logo mais.
É claro que vou, primeiro pela maravilhosa companhia e segundo porque uma cervejinha e umas batatas fritas em plena terça feira não tem preço.

terça-feira, 15 de março de 2011

Frase


Estou no começo do meu desespero, e só vejo dois caminhos: ou viro doida, ou santa.
Adélia Prado

Meu nome é MULHER!



Meu nome é MULHER!
 
Eu era a Eva
Criada para a felicidade de Adão
Mais tarde fui Maria
Dando à luz aquele
Que traria a salvação
Mas isso não bastaria
Para eu encontrar perdão.
Passei a ser Amélia
A mulher de verdade
Para a sociedade
Não tinha a menor vaidade
Mas sonhava com a igualdade.
Muito tempo depois decidi:
Não dá mais!
Quero minha dignidade
Tenho meus ideais!
Hoje não sou só esposa ou filha
Sou pai, mãe, arrimo de família
Sou caminhoneira, taxista,
Piloto de avião, policial feminina,
Operária em construção ..
Ao mundo peço licença
Para atuar onde quiser
Meu sobrenome é COMPETÊNCIA
E meu nome é MULHER !!! 


Recebi por email da Luli.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Futuros amantes - Chico Buarque



Porque a segunda feira também é dia de poesia.

Pray for Japan


Miki Chang


 O Japão sempre foi uma absurda inspiração para a moda e berço de uma criatividade inatingível. E no momento olhamos para eles com solidariedade insuficiente mas verdadeira; então, muita força a toda comunidade japonesa e a todos que estão com o coração lá.  =´)


weheartit.com



lookbook.nu


Osaka.
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lookbook.nu



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Sendai.
lookbook.nu



E para quem quiser ajudar:
 

Fonte: Revista TPM

sábado, 12 de março de 2011

Havaianas faz parceria com a grife italiana Missoni

A Havaianas lanças no fim de abril alguns modelinhos do famoso chinelo assinados pela Missoni, grife italiana conhecida por suas muitas cores e listras.

As sandálias têm estampas em forma de ondas e de zig-zag, além de tons bastante vivos. Há ainda um modelo mais fechado e também com solado baixo, o tradicional Origine. Todos estarão à venda nas lojas da Havaianas pelo mundo.
Veja abaixo algumas fotos:
Editora Globo
Editora Globo

Editora Globo

Amei!!

Fonte: Marie Claire

sexta-feira, 11 de março de 2011

Você tem experiência?


Você tem experiência?

No processo de seleção da Volkswagen do Brasil, os candidatos deveriam responder a
seguinte pergunta: 'Você tem experiência?'

A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos. Ele foi aprovado e seu texto está
fazendo sucesso, e com certeza ele será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia e
acima de tudo por sua alma.

Redação Vencedora:

Já fiz cosquinha na minha irmã pra ela parar de chorar.

Já me queimei brincando com vela.

Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto.

Já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.

Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista.

Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.

Já passei trote por telefone.

Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.

Já roubei beijo.

Já confundi sentimentos.

Ja peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.

Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro.

Já me cortei fazendo a barba apressado.

Já chorei ouvindo música no ônibus.

Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que eram as mais difíceis de esquecer.

Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas.

Já subi em árvore pra roubar fruta.

Já caí da escada de bunda.

Já fiz juras eternas.

Já escrevi no muro da escola.

Já chorei sentado no chão do banheiro.

Já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante.

Já corri pra não deixar alguém chorando.

Já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.

Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado.

Já me joguei na piscina sem vontade de voltar.

Já bebi uísque até sentir dormente os meus lábios.

Já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.

Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso.

Já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.

Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.

Já apostei em correr descalço na rua.

Já gritei de felicidade.

Já roubei rosas num enorme jardim.

Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um 'para sempre' pela
metade.

Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol.

Já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo
um ir e vir sem razão.

Foram tantas coisas feitas...

Tantos momentos fotografados pelas lentes da emoção e guardados num baú, chamado
coração.

E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: 'Qual sua experiência?'
Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência... experiência... Será que ser 'plantador de
sorrisos' é uma boa experiência? Sonhos!!! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos! Agora
gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta: Experiência?
Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?

(Publicado no jornal interno do RH - Volkswagen do Brasil - nome do candidato não
mencionado)

quinta-feira, 10 de março de 2011

...


'Minha Vida, você tinha que terminar uma coisa lá dos testes... relatório eu acho.'
Que fofo...
E apesar disso a dor de cabeça não me deixa... É verdade que o feriado acabou mesmo?

Carnaval


O carnaval. 
A festa onde os tabus perdem força e as permissões tornam-se hiperbólicas.

Meu carnaval neste ano foi do jeito que eu quis: nada de excessos, nada de extravagâncias e ele foi um dos melhores que eu já tive. Abaixo, uma crônica da Fernanda Young que achei interessante.

Todo ano é a mesma coisa: você chega, fica aqui três dias e aí vai embora. Volta um ano depois, todo animadinho, querendo me levar para a gandaia. Olha, honestamente, cansei.

Seus amigos, bando de mascarados, defendem você. Dizem que sempre foi assim, festeiro, brincalhão, mas que no fundo é supertradicional, de raízes cristãs, e só quer tornar as pessoas mais felizes.

Para mim? Carnaval, desengano... Você recorre à sua origem popular e incentiva essas fantasias nas pessoas, de que você é o máximo, é pura alegria, mas não passa de entrudo mal-intencionado, um folguedo, que nunca viu um dia de trabalho na vida.

Acha-se a coisa mais linda do mundo e é cafonice pura. Vive desfilando pelas ruas, junto com os bêbados, relembrando o passado. Chega a ser triste.

Carnaval, você tem um chefe gordo e bobalhão que se acha um rei, mas não manda em nada. Nunca teve um relacionamento duradouro. Basta chegar perto de você e temos que agüentar aquelas fotos de mulheres nuas, que são o seu grande orgulho.
Você não tem vergonha, não?

Sei que as pessoas adoram você, Carnaval, mas eu estou cansada dos seus excessos e dessa sua existência improdutiva. Seja menos repetitivo, proponha algo novo. Desde que o conheço, você gosta das mesmas músicas. Gosta de baile. Desculpa, mas estou pulando fora.

Será que essa sua alegria toda não é para esconder alguma profunda tristeza? Será que você canta para não chorar? Tentei, várias vezes, abordar essas questões, e você sempre mudou de assunto. Ora, chega dessa loucura. Reconheça que você se esconde atrás de uma dupla personalidade.

Cada vez mais e mais pessoas ficam incomodadas com essa sua falsa euforia, fique sabendo. Conheço várias que fogem, querendo distância das suas brincadeiras.
Você oprime todo mundo com esse seu deslumbramento excessivo diante das coisas, sabia?

Por exemplo, essa sua mania de camarote. Onde os vips podem suar sem que isso pareça nojento. Onde se pode falar torto sem que seja errado. Todos vestidos de uniforme, senão não entram. Todos doidos para passar a mão na bunda um do outro.
Essa é a sua idéia de curtir a vida?

Menos purpurina, Carnaval. Menos bundas, menos dentes para fora. A vida é linda, mas a “lindeza do lindo mais lindo que há no lindíssimo” é um saco. Um pouco de calma e autocrítica nunca fez mal a ninguém. Tudo muda no mundo – por que você insiste em continuar o mesmo?

A harmonia vem da evolução, não das alegorias. Chegou a hora de rodar a baiana para não atravessar na avenida.

Como será amanhã? Responda quem puder. 

Fernanda Young

Fonte: http://claudia.abril.uol.com.br/materias/2680/?sh=25&cnl=5


sexta-feira, 4 de março de 2011

Frase


"Se pensarmos pequeno, coisas pequenas teremos...
Mas se desejarmos fortemente o melhor e principalmente lutarmos pelo melhor, o melhor vai se instalar em nossa vida. Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura."

Carlos Drummond de Andrade




Que fofa!


Será a nova protagonista do Cisne Negro?

 

Três coisas que...


3 coisas que penso quando acordo segunda-feira: “que merda”; “tô atrasado”; “que merda”.

3 coisas que resumem a minha mãe: fazer redondinho no bolo; guardar qualquer tipo de sacola; “quando eu morrer, você vai sentir falta”.

3 coisas que irritam: Nextel no ônibus; toque de celular com barulho de cigarra; pessoas que pedem desculpa mais de 2 vezes.

3 coisas que não mudaram o mundo: cata-vento; Oswaldo Montenegro; bala de canela.

 3 coisas que só as mulheres falam: “você tá distante”; “seu grosso!”; “hoje eu quero ficar só de amorzinho”.

3 coisas que sempre adiamos: fazer o imposto de renda; reiniciar o Windows; buscar o diploma na faculdade.

3 coisas que nunca farei: usar um tênis de cada cor; colocar os óculos escuros na nuca; dizer a palavra “nunca”.

3 coisas que são rápidas: luz; pensamento; camelô de guarda-chuva.

3 coisas que não escrevo certo até hoje: Bucowski; Listcheinstein; Armedinejad.

3 coisas que nunca vou entender: meu porteiro falando; a traição do Príncipe Charles; o 10% em boate.

3 coisas que são impossíveis de segurar: espirro; risada em elevador; piriri.

3 coisas que ninguém está livre: vergonha alheia; PowerPoint via e-mail; um ném escutando música alta.

3 coisas que estragaram a moda: pochete; viseira; polaina.

3 coisas que não acabam nunca: o horário de trabalho; biscoito Maisena; o “nanananá” do Hey Jude.

3 coisas que aprendi e nunca vou usar: números complexos; as fases da respiração celular; dormir cedo dia de semana.

3 coisas que praticamente não evoluíram: torradeira; aspirador de pó; democracia.

3 coisas que não dão pra disfarçar: alface no dente; piada sem graça; bafo.

3 coisas que tiram o tesão: transar de meia; calcinha de avó; ouvir um nome que não é o seu.

3 coisas que dão preguiça: escovar os dentes; lavar a louça; pegar moeda de um centavo no chão.

3 coisas que são quase impossíveis: abrir sachê de ketchup com a mão; dobrar lençol com elástico; sair rápido de uma reunião.

3 coisas que não convencem: implante de cabelo; xampu e condicionador dois em um; boné com bolso.

3 coisas que demoram: pai falando; telemarketing; encher garrafa de água.

3 coisas que causam nojinho: remela dos outros; pêlo saltando do nariz; cheiro de Cheetos bolinha.

3 coisas que ficam na cabeça: a última derrota; o que é proibido pensar; panpanpanamericano...

Fonte: Mais ou menos isso

quarta-feira, 2 de março de 2011

Frase


'Mas fica, meu amor
Quem sabe um dia
Por descuido ou poesia
Você goste de ficar'

                                                                     Chico Buarque

Numa segunda feira...

terça-feira, 1 de março de 2011

Conheça sete efeitos do café no organismo


1. Café não deixa você mais alerta.

É tudo uma ilusão. Cientistas da Universidade de Bristol, na Inglaterra, dizem que, se a gente faz do cafezinho um hábito, logo desenvolvemos tolerância ao efeito estimulante da cafeína. “Mas eu tomo café e me sinto diferente. E aí?”. Bem, segundo o estudo dos caras, o fluxo de energia que você sente é apenas reflexo dos sintomas da abstinência de cafeína (que causa, veja só, fadiga) indo embora. Ou seja: você está mal.

2. Café favorece a performance feminina. Mas prejudica a masculina.

Outro estudo da Universidade de Bristol analisou a performance de homens e mulheres em atividades como testes de memória após dar a eles café normal ou descafeinado. E constatou que, munidas de cafeína na corrente sanguínea, as mulheres lidam melhor com situações estressantes e trabalham melhor em grupo. Mas os homens não. Neles, o café diminui a velocidade de raciocínio e aumenta a agressividade.

3. Café faz os seios diminuirem de tamanho.

A cafeína mexe com os níveis de estrogênio da mulher, o que pode fazer com que os seios encolham “significativamente”. Três xícaras de café por dia já são o suficiente para o efeito ser notado. A conclusão é de um estudo da Universidade de Lund, na Suécia. E essa nem é a parte mais estranha da história. Nos homens, o efeito é oposto: agindo com a testosterona, o consumo frequente de cafeína pode aumentar a região mamária masculina – e deixar os moços com “peitinhos”.



4. Café faz você ter alucinações.

Sim, ele dá barato. Mas, provavelmente (a gente nunca testou) é um barato não muito legal. Participantes de uma pesquisa da Universidade de Durham, no Reino Unido, começaram a ouvir vozes depois de tomar sete copinhos de café em um só dia. Os cientistas supõem que as alucinações sejam causadas pelo aumento nos níveis de cortisol, o hormônio do estresse, que o excesso de cafeína provoca.

5. Café previne o mau hálito.

Sabe aquele bafo de café que você sente quando o seu colega de trabalho chega para falar mais de pertinho? Não é bacana. Mas, a longo prazo, pode valer a pena. Uma pesquisa israelense, da Universidade de Tel Aviv, descobriu que certos elementos na composição do café bloqueiam o desenvolvimento das bactérias responsáveis pelo mau hálito. Agora eles estão querendo isolar esses componentes e produzir chicletes, pirulitos e outras coisas para prevenir a halitose.

6. Café faz bem para o coração (mas só para o de quem está acostumado a beber café).

Se você toma café demais, seu coração dispara. Já percebeu? Mas isso não quer dizer que a cafeína seja, necessariamente, ruim para ele. Aliás, se você não está acostumado a beber café, quer sim. Estudos das universidades de Washington e Harvard, nos EUA, dizem que quem bebe apenas uma xícara por dia ou menos do que isso tem quatro vezes mais chances de ter um enfarto – em geral, na primeira hora após o consumo da bebida. Condiz com o resultado de uma outra pesquisa norte-americana, apresentado na 50ª Conferência Anual da Associação Americana do Coração, em 2010, que aponta um risco 18% menor de problemas cardíacos em quem toma quatro ou mais xícaras de café por dia.

7. Café facilita a sua vida na academia.

Tomar um copinho antes de se jogar na malhação, além de dar uma energia extra, diminui a dor causada pelos exercícios e facilita a sua busca pelo corpão perfeito. É o que diz um estudo da Universidade de Illinois, nos EUA. E, dessa vez, não importa se você tem o hábito de beber café ou não. Segundo os pesquisadores, a cafeína age diretamente sobre partes do cérebro e da medula espinhal envolvidas no processamento da dor, seja você um coffee junkie ou não. Olha aí: dá quase para dizer que café emagrece.

Será que dá para acreditar mesmo? Nessas horas eu prefiro ficar alheia aos conhecimentos científicos.

Fonte: http://tonafolga.blogspot.com/2011/02/7-efeitos-curiosos-do-cafe-no-organismo.html