sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Ontem foi dia de inventar moda...

...e que orgulhosa eu estou: fui eu mesma quem fez as unhas e a francesinha.
O amor nem sabia que eu era tão prendada (e eu muito menos).
AMEI!


Ao fundo, propaganda do twitter, rsrs!

Esmaltes: Desejo (risquè) e Azulejo português (colorama).
Nos pés passei um black porque sair 'combinadinho' não dá pra mim.
Este eu fiz na manicure - fotos mais tarde.

Beleza de voz - Joss Stone



No meu canal do youtube tem o show completo.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A frase que resume o Brasil

"Antes de pensar numa nova Constituinte, precisamos regulamentar a de 1988".

 

Senador Álvaro Dias (PSDB-PR), resumindo o que somos: um país sem uma constituição de verdade. Essa que está aí já teve 73 emendas nos últimos 23 anos, além de 753 ações de inconstitucionalidade deferidas pelo STF e outras 1.116 em tramitação. Definitivamente, o Brasil não precisa de uma Constituinte nova. Estamos em Assembléia Nacional Constituinte permanente, desde 1988. 
Fonte: Blog CoroneLeaks

Frase


"Que a palavra parede não seja símbolo de obstáculos à liberdade, nem de desejos reprimidos, nem de proibições na infância, etc."
Manoel de Barros

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Dia do amante

Para quem se interessa por astrologia.


Em 22 de Setembro foi comemorado o “Dia do Amante”. A data, além de ser comemorada por todos aqueles que amam, também é comemorada por aqueles menos fiéis e seus parceiros “não oficiais”. Neste caso, as opiniões se dividem. Há quem ache que ter um amante é essencial para manter a chama do relacionamento, para outros, é apenas uma aventura pela qual todos deveriam passar, enquanto, para os mais conservadores, é uma tremenda falta de respeito. Qual é a sua opinião? Ou, ainda, como você se sairia no papel de amante? Veja o que os astros revelam sobre o seu signo.

Aries
Quando é traído: este signo não tem papas na língua e, ao descobrir que está sendo enganado, roda a baiana e parte para o ataque. É preciso coragem para encarar.
Quando é o amante: o ariano adora correr risco e, por isso, se sai muito bem no papel de amante. Além disso, ele tem fôlego de sobra para matar qualquer carência!

Touro
Quando é traído: o taurino é muito sério e não cogita a possibilidade de perdoar uma traição. É como se ele virasse a página e apagasse , de vez, aquela pessoa de sua vida.
Quando é o amante: dificilmente o taurino aceitará ser o outro. Mas, se isso acontecer, o seu ciúmes excessivo poderá colocar a relação em risco.

Gêmeos
Quando é traído: não espere uma cena do geminiano. Por mais que ele fique magoado, vai logo tratar de seguir a vida sem aquele que o traiu. Este nativo não dá brecha ao sofrimento.
Quando é o amante: geminianos costumam ter e ser amantes. Este nativo tem a mente aberta e encara a traição de uma maneira positiva. Estão sempre em busca de novos amores.

Câncer
Quando é traído: nenhum signo guarda mais mágoa do que o canceriano. Por isso, quem o trai deve estar preparado para um imenso sermão, mas jamais para um perdão.
Quando é o amante: o problema, neste caso, é que o canceriano não consegue se comportar como amante. Ele tem mania de cuidar de quem ama e acabará metendo os pés pelas mãos.

Leão
Quando é traído: um leonino traído vira uma fera! Este nativo não suporta a ideia de ser trocado. Certamente, não rolará barraco, mas a conversa será feia!
Quando é o amante: cheio de fôlego, este amante adora agradar o amado. Carinho e noites inesquecíveis não faltarão. Mas, será preciso dar muitos presentes!

Virgem
Quando é traído: sai de baixo! Um virginiano traído é uma pessoa inconformada e capaz de tudo. Certamente, será o fim da relação, sem chance a um recomeço.
Quando é o amante: é difícil convencer o correto virginiano a ser um amante. Mas, se ele topar, a sensualidade estará mais do que garantida!

Libra
Quando é traído: o libriano vai sofrer, chorar , mas dará uma chance para que o seu amado se explique. Dependendo dos motivos, pode ser que role um recomeço.
Quando é o amante: o libriano é um bom amante, já que não é ciumento e não poupa esforço para agradar aquele que ama.

Escorpião
Quando é traído: quem trai um escorpiano tem que ter em mente que a vingança será fatal. Este nativo não deixa nada passar em branco!
Quando é o amante: nenhum signo é melhor do que o escorpiano no papel de amante. O nativo do sexo é insaciável, só poderá se atrapalhar com seu ciúme exagerado.

Sagitário
Quando é traído: o sagitariano não leva desaforo para casa. Certamente, fará o maior barraco, mas, no dia seguinte, nem se lembrará da existência de quem o traiu.
Quando é o amante: o sagitariano gosta deste papel, até porque, é uma maneira de ser mais livre. E pode ficar tranquilo, pois fôlego não faltará!

Capricórnio
Quando é o traído: este signo é tão sério e compenetrado, que só terá coragem de arrumar as malas do, até então, parceiro, e colocá-las todas na porta da rua. Não dá nem conversa!
Quando é o amante: esta posição é quase impossível para o capricorniano. Quando aceita ser o amante, passa todos os dias perguntando quando virará o oficial. Acaba sendo chato!

Aquário
Quando é traído: o aquariano é o signo mais liberto e, certamente, não encara a traição como o fim do mundo. Pode até ser que fique chateado, aí, ou ele termina tudo de vez ou conversa e passa por cima.
Quando é o amante: este nativo é sempre um bom amante. Adora inovar na hora do sexo e topa qualquer aventura!

Peixes
Quando é traído: está aqui um nativo que consegue perdoar e entender uma traição. Mas, só na primeira vez, a segunda já se transforma em mágoa.
Quando é o amante: o pisciano é o eterno sonhador e apaixonado, por isso acaba sofrendo nesta posição. Não é uma boa dica!
Recebi por e-mail.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Da neurose de ontem ao narcisismo de hoje


A terapia pela palavra está em pleno desenvolvimento no Brasil, na avaliação de Plinio Luiz Kouznetz Montagna, diretor-presidente da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Nesta entrevista, ele diz que o maior desafio da psicanálise, hoje, são as fobias, a síndrome do pânico e outros "transtornos narcísicos"

Plinio Montagna na sede da Sociedade Brasileira de Psicanálisem em São Paulo
O psicanalista Plinio Montagna na sede da Sociedade Brasileira de Psicanálise em São Paulo

Veja conteúdo especial sobre psicanálise
 
Neste mês de reflexão --já que a entidade celebra 60 anos de filiação à IPA (International Psychoanalytical Association)--, o psicanalista diz que esse campo está em plena fase de desenvolvimento. Ele conta como um método demorado, profundo e caro sobrevive neste mundo imediatista, em que remédios se colocam como alternativa à conversa terapêutica.



Folha - Como o senhor define a psicanálise hoje?
 Plinio Luiz Kouznetz Montagna - Ela atua em vertentes interligadas: é tratamento clínico; método de pesquisa sobre o ser humano e teoria do funcionamento da mente que permite generalizações. Ocorre que pensar a clínica permite pensar a cultura e essa conexão com artes e filosofia se mantém. É um campo de saber em desenvolvimento, não está fechada, progride com fluxos e refluxos. Na IPA convivem 12 mil psicanalistas do mundo, de tendências diferentes. 


E muitas divergências, não?
Quando Freud era vivo, era ele quem dizia: isto é e isto não é psicanálise. Depois que morreu, ficou mais difícil. Enquanto os grandes mestres do século 20 (Winnicott, Klein, Lacan) estavam vivos, as pessoas seguiam uma linha. Hoje, a tendência é depurar as contribuições de cada autor e articular uma conversa entre eles. Não para integrar, pois as diferenças existem mesmo. Na década de 1980, tantas correntes nos fizeram questionar o que há de comum na psicanálise. Concordamos sobre três pontos: nosso objeto é o inconsciente; a importância da transferência e da contratransferência e a noção de que o passado deve ficar no passado. 


Como isso se traduz no consultório?
O que diferencia a psicanálise de outras psicoterapias é o jogo transferencial. Para produzir uma mudança, o que adianta é fazer o problema emergir aqui e agora, na relação com o analista, de modo que seja possível trabalhar com ele. O analista é como uma tela em que o paciente projeta imagens. O complicador é que o analista não é uma tela em branco. Levamos em conta a contratransferência, a relação do profissional com seu paciente: inclui as dificuldades dele, pontos cegos que o impedem de escutar. O trabalho não se restringe a ouvir o relato, o analista escuta inconsciente. 


O método nasceu como uma cura pela fala. Essa conversa pode ficar muito racional?
A racionalização não é análise e sim a tentativa de evitá-la. Essa defesa pode surgir tanto do paciente quanto do analista, porque o contato emocional gera turbulência. As resistências fazem parte, porém, o cerne da psicanálise é o encontro, e ele só ocorre quando se vai além das defesas. Por isso temos de saber manejá-las. 


E quanto ao passado? Muita gente acha que psicanálise é ficar falando de traumas da infância.
Psicanálise não é "falar sobre". A transferência é uma espécie de atualização do passado com o objetivo de permitir que o presente se instale. A análise permite que o passado fique no passado e a pessoa viva no presente. Essa é a libertação. 


Aqui no Brasil, a psicanálise avança ou recua?
Nos anos 50 e 60 houve implantação e expansão, depois teve um momento em que as terapias corporais e o psicodrama estavam em destaque. Por um período, os analistas se recolheram nos consultórios. A clínica continua sendo fundamental, mas hoje vivemos um florescimento para além dela, um momento de grande inserção social. Na Sociedade, há grupos ocupados com atendimento à comunidade, psicanalistas que dão suporte a uma ONG que trabalha com meninos de rua, sem falar na atuação em hospitais. Os analistas também atuam cada vez mais no setor jurídico, trabalhando como mediadores e peritos em questões de família, divórcio, guarda de filhos. E podem contribuir muito graças à visão global que têm de situações complexas como interdição, brigas, drogadição, violência doméstica etc.


Como a técnica responde às patologias contemporâneas?
Esse é o grande desafio atual: lidar com fobias, pânico, transtorno bipolar, borderline, os chamados estados narcísicos. Todas essas patologias têm em comum o fato de serem estruturas arcaicas [criadas no início da vida, antes da linguagem e do amadurecimento da psique], ou seja: se instalam antes do mecanismo de repressão. Na neurose, a repressão já está instalada, existem os conflitos psíquicos e, nessa etapa, é possível simbolizar o sofrimento. No caso do pânico, por exemplo, não existe nem esse conflito. Imagine o medo tentando entrar na mente. Sem a parede da censura para barrá-lo, ele a invade. E, como na estrutura arcaica não há possibilidade de simbolização, o que costuma ocorrer são dores e outras manifestações corporais. Os psicanalistas hoje se debruçam sobre esses fenômenos. A Sociedade tem equipes de estudos de fibromialgia, dores crônicas, psicossomática. Há membros da Sociedade pesquisando conexões entre dor física e psíquica. 


O senhor é psicanalista e psiquiatra, e há um embate entre essas áreas. O que acha da oferta de remédios que prometem alívio rápido?
O avanço da psicofarmacologia permitiu medicações mais eficientes e com menos efeitos colaterais. Por outro lado, é avassaladora a quantidade de dinheiro investido na indústria de remédios, não só no desenvolvimento científico, e sim na propaganda. A promessa de ªfelicidade químicaº surgiu na década de 80, com o Prozac. Foi questão de tempo para todos descobrirem que não existe pílula de felicidade. Aliás, a psicanálise também não traz felicidade. Nem promete. A psiquiatria clássica perdeu o contato com o ser humano, tenta encaixá-lo numa lista de sintomas pré-estabelecidos. O resultado é que muitos psiquiatras diagnosticam a tristeza como depressão. Isso é um desvio, não é o caso de se medicalizar tudo.

É possível medir os resultados de uma análise?
A psicanálise promove transformações significativas. Existe um grupo em Boston que está pesquisando mudanças psíquicas. Esse grupo estudou pessoas que consideravam que suas análises tinham sido bem-sucedidas. Elas destacaram a vivência de uma comunicação profunda com seus analistas e "insights" que alteraram a percepção de si e das situações. Comparo os "insights" da análise ao sistema olfativo: sentir um aroma novo não significa só adicioná-lo ao repertório conhecido, e sim alterar o circuito de tal modo que, a partir daí, o próximo odor será recebido de forma diferente, porque toda a estrutura do arquivo foi modificada.


Por que a profissão não é reconhecida pelo Ministério da Educação?
Na década de 50, foi oferecido à SBPSP (*) a possibilidade de se oficializar a profissão e a formação, mas esse caminho não foi adotado. Na minha opinião, por um erro de cálculo, mas nem todos concordam comigo. Muitos acham que não é o Estado que tem que reconhecer nossa profissão, e sim as próprias instituições psicanalíticas. 

(*) SBPSP: Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo - http://www.sbpsp.org.br/

Fonte: Folha de São Paulo, caderno Equilíbrio e Saúde

DÉBORAH DE PAULA SOUZA é jornalista com formação em psicanálise

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Felicidade


· Dê mais às pessoas, MAIS do que elas esperam, e faça com alegria.
· Decore seu poema favorito.
· Não acredite em tudo que você ouve, gaste tudo o que você tem e durma tanto quanto você queira.
· Quando disser "Eu te amo" olhe as pessoas nos olhos.
· Fique noivo pelo menos seis meses antes de se casar.
· Acredite em amor à primeira vista.
· Nunca ria dos sonhos de outras pessoas.
· Ame profundamente e com paixão.
· Você pode se machucar, mas é a única forma de viver a vida completamente.
· Em desentendimento, brigue de forma justa - não use palavrões.
· Não julgue as pessoas pelo seus parentes.
· Fale devagar mas pense com rapidez.
· Quando alguém perguntar algo que você não quer responder, sorria e pergunte: "Porque você quer saber?".
· Lembre-se que grandes amores e grandes conquistas envolvem riscos.
· Ligue para sua mãe.
· Diga "saúde" quando alguém espirrar.
· Quando você se deu conta que cometeu um erro, tome as atitudes necessárias.
· Quando você perder, não perca a lição.
· Lembre-se dos três Rs: Respeito por si próprio, respeito ao próximo e responsabilidade pelas ações.
· Não deixe uma pequena disputa ferir uma grande amizade.
· Sorria ao atender o telefone, a pessoa que estiver chamando ouvirá isso em sua voz.
· Case com alguém que você goste de conversar. Ao envelhecerem suas aptidões de conversação serão tão importantes quanto qualquer outra.
· Passe mais tempo sozinho.
· Abra seus braços para as mudanças, mas não abra mão de seus valores.
· Lembre-se de que o silêncio, às vezes, é a melhor resposta.
· Leia mais livros e assista menos TV.
· Viva uma vida boa e honrada assim, quando você ficar mais velho e olhar para trás, você poderá aproveitá-la mais uma vez.
· Confie em Deus, mas tranque o carro.
· Uma atmosfera de amor em sua casa é muito importante. Faça tudo que puder para criar um lar tranquilo e com harmonia.
· Em desentendimento com entes queridos, enfoque a situação atual.
· Não fale do passado.
· Leia o que está nas entrelinhas.
· Reparta o seu conhecimento. É uma forma de alcançar a imortalidade.
· Seja gentil com o planeta.
· Reze. Há um poder incomensurável nisso.
· Nunca interrompa enquanto estiver sendo elogiado.
· Cuide da sua própria vida.
· Não confie em alguém que não fecha os olhos enquanto beija.
· Uma vez por ano, vá a algum lugar onde nunca esteve antes.
· Se você ganhar muito dinheiro, coloque-o a serviço de ajudar os outros, enquanto você for vivo. Esta é a maior satisfação de riqueza.
· Lembre-se que o melhor relacionamento é aquele em que o amor de um pelo outro é maior do que a necessidade de um pelo outro.
· Julgue seu sucesso pelas coisas que você teve que renunciar para conseguir.
· Lembre-se de que seu caráter é seu destino.
· Usufrua o amor e a culinária com abandono total.

Dalai Lama

sábado, 24 de setembro de 2011

"Se eu ganhasse R$ 712,00 ia ser servente de pedreiro", diz assessor a grevista

 Por Jair Fonseca

Eis o conselho dirigido pelo assessor (Flávio Castro) do líder do governo tucano de Minas (deputado Luiz Humberto Carneiro - PSDB) ao professorado em greve há mais de cem dias: "Se eu ganhasse 712, eu ia ser servente de pedreiro". Registrado via TV Alterosa (SBT). Quem dialoga com os professores acampados em protesto na Assembléia, visando superar esse impasse e ao mesmo tempo assumindo sua posição ao lado dos professores é o deputado estadual do PT, Rogério Correia. É preciso dizer algo mais?

Fonte: Blog Luis Nassif On Line

Apesar de tudo tenham um excelente final de semana!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O dia em que Wagner Moura humilhou a Revista Veja

Sem papas na língua, ator revela que não concede entrevistas à revista por considerá-la conservadora, reacionária e de extrema-direita
Os acontecimentos recentes que despertaram as inúmeras falcatruas da Revista Veja, e, consequentemente, empurram a publicação para um poço sem fim, com crescente perda de credibilidade, nos remetem à entrevista que o ator global Wagner Moura concedeu à Caros Amigos. 
A entrevista é atemporal pela atualidade do conteúdo, e sobreviverá enquanto a Veja não desistir de tratar o leitor com a irresponsabilidade característica dos semeadores de dissimulações. 
Leia mais:
As palavras de Wagner Moura são irretocáveis, confira:
A linha editorial da revista Veja, uma revista de extrema direita brasileira. Eu me lembro claramente de uma capa da revista Veja que me indignou profundamente, sobre o desarmamento, que dizia assim: “Dez motivos para você votar ‘Não’ “. Eu me lembro claramente da revista Veja elogiando Tropa de Elite pelos motivos mais equivocados do mundo. E semana sim, semana não está sacaneando colega nosso: Fábio Assunção, Reynaldo Gianecchini, de uma forma escrota, arrogante, violenta. Outro motivo é que na revista Veja escreve Diogo Mainardi! Eu não posso compactuar com uma revista dessas, entendeu? Conservadora, elitista. Então, não falo com a revista Veja, assim como não falo para a revista Caras. Agora, a mídia é um negócio complexo, importante. 

Leia também:
O posicionamento do ator deve servir como estímulo ao exercício da autocrítica não apenas para os editores e colunistas da revista, que normalmente reservam pedestais para artistas oriundos da emissora dos Marinho, mas para os seus colegas de profissão, carantes de personalidade, de identidade, e que quando não optam por abraçar o muro ao serem pressionados, compactuam com o que há de mais atrasado na história política republicana desse país.
 
Fonte: Pragmatismo Político

Dica de filme: 'Sempre ao seu lado'


Acredito que todo mundo que vai ao cinema deve ter ouvido a frase "o cachorro morre no final", quando alguém queria fazer uma gracinha sobre o filme Marley e Eu. Bom, sem querer fazer piada, mas pensando em preparar o espírito de quem está escolhendo o que assistir já adianto que Sempre ao seu Lado (Hachiko - A Dog's Story, 2009) também vai te fazer chorar. Muito! E não é porque o cachorro morre no final. É bem antes que as primeiras lágrimas vão começar a sorrateiramente se alojar nos cantos dos olhos, para depois correr em cascata. Mas o filme também vai te fazer sorrir e refletir sobre o nosso dia-a-dia e as relações que realmente interessam.

O longa é uma adaptação de uma história real, que aconteceu no Japão no início do século. Hachiko é o nome de um cachorro da raça akita que ficou famoso em todo o país depois que apareceu em reportagens de jornais que contavam sua história de lealdade ao seu dono, um professor da Universidade de Tóquio. Todos os dias Hachiko acompanhava seu amigo até a estação de trem e estava lá quando ele voltava para casa.

A história deste cachorro virou uma lenda no Japão e foi usada em escolas e casas para ensinar às crianças a importância lealdade entre amigos. Serviu também para despertar no país uma onda de criações de akitas, raça pura japonesa que estava cada vez menos popular. Há hoje na estação de Shibuya uma estátua de Hachiko, no lugar onde ele ficava esperando seu dono voltar.

Na versão estadunidense da história, Hachiko continua sendo um akita. Ele é achado quando ainda é um filhote em uma estação na periferia de Nova York pelo professor universitário Parker Wilson (Richard Gere), que o leva para casa. No início, sua esposa (Joan Allen) se recusa a adotar o novo morador, mas é tocada pela cativante relação entre os dois.

Um personagem que faz a ponte entre as duas versões explicando um pouco da mentalidade e crenças japonesas é o também é um professor universitário Ken (Cary-Hiroyuki Tagawa). Ele explica ao amigo que talvez não tenha sido ele quem achou Hachiko, mas sim que o cão o escolheu como seu dono. É ele também que explica que "hachi" é o numeral japonês para oito, um número especial, que simboliza a ligação entre os planos terrenos e espirituais.

A direção do sueco Lasse Hällstrom (Regras da Vida, Chocolate, O Vigarista do Ano) carrega no drama, incorporando elementos tipicamente ocidentais que certamente não estiveram na versão japonesa do filme, Hachiko Monogatari, sucesso de 1987. É o caso da brincadeira de pegar a bolinha, que Ken explica ser algo completamente sem sentido para Hachi. "Cachorros japoneses não pegam a bolinha apenas para agradar seu dono ou ganhar um biscoito", explica Ken em um prenúncio para uma das cenas mais emocionantes do filme. Nessa hora, pode deixar o jeito machão de lado e pegar aquele lenço de papel que estava no bolso desde Marley e Eu. Acredite, você vai precisar. E se ao acender das luzes vierem te perguntar alguma coisa, despiste dizendo que você é alérgico a cachorros.


Fonte: Cinema Omelete

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Filho


 “Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. 
 
 
Isto mesmo! Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado.

Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo.”

José Saramago

Pareço, logo existo

  MARTHA MEDEIROS 

Foi-se o tempo em que a disputa se resumia ao clássico Ser x Ter. Dizem que ninguém mais dá a mínima para o que é, só para o que tem. Exagero. As pessoas ainda se preocupam com o que são. O problema é que não gostam do que são. Gostariam de ser outra coisa. E aí entra o verbo que está no topo das paradas hoje em dia: parecer.

Tem gente que quer parecer rica, e adota um padrão de vida que não condiz com a sua realidade. Pra manter a fachada de bem-nascida, acaba colecionando dívidas e queimando seu nome na praça. Nos eventos sociais, pode até ser a mais fotografada, mas para os comerciantes é bola preta na certa. A rica mais sem crédito das colunas.


Tem aqueles que querem parecer mais bem relacionados do que são, e se enturmam, forçam intimidade e grudam feito chiclete em pessoas que mal conhecem, só para descolar um convite para uma festa, um show, uma estreia, qualquer lugar que projete.


Os que querem parecer mais cultos do que são, você sabe, são aqueles que nunca foram além do prólogo do livro e é o que basta para olharem a ralé de cima para baixo, como se fossem portadores da sabedoria universal.


Há os que querem parecer mais jovens do que são: bom, quem não gostaria? É uma dádiva parecer ter cinco anos menos, sem esforço. A genética é mais generosa com uns do que com outros. Há muito tempo que eu não tento mais adivinhar a idade de ninguém: sempre erro, já que todo mundo parece ter bem menos. Mas se você tem 56 e parece ter 56, não é caso para enfiar a cabeça dentro do forno.


Os casos mais patéticos, no entanto, são os daquelas pessoas que querem parecer mais felizes do que são. O recurso adotado: mentem.


O casamento delas está uma lua de mel, os filhos só dão alegrias, são muito requisitadas no trabalho, os amigos não param de telefonar, a vida tem sido um passeio num campo florido, e fica sem explicação aquele olhar melancólico, o sorriso forçado, a exaustão de ter que passar o falso entusiasmo adiante, como se não tivéssemos condições de perceber seu verdadeiro estado de ânimo, que é coisa que se transmite sem palavras. Ver alguém se esforçando para parecer feliz é das situações mais constrangedoras que se pode testemunhar.


Está triste? Esteja! Não é rico, nem jovem, nem belo? Nem por isso ficará sozinho. Pessoas não se apaixonam por estereótipos, mas pela singularidade de cada um, pela capacidade de ser surpreendido, pela sedução que o inusitado provoca. Uma pessoa que se preocupa em “parecer” já está derrotada no primeiro minuto de jogo.


Dá valor demais à opinião dos outros, não age conforme a própria vontade, não se assume do jeito que é, inventa personagens para si mesmo e acaba se perdendo justamente deste “si mesmo”, que fica órfão. Quer parecer mais inteligente? Comece admitindo que não sabe nada sobre nada e toque aqui: ninguém sabe. 
Fonte: Conteúdo Livre 

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Oração da mulher

Meninas, rezem para ter força!

Meninos, rezem para ficar em paz com suas esposas!
 
 Querido Deus,
Até agora o meu dia foi bom:
- Não fiz fofoca;
- Não perdi a paciência;
- Não fui gananciosa, sarcástica, rabugenta, chata e nem irônica;
- Controlei minha TPM;
- Não reclamei;
- Não praguejei;
- Não gritei;
- Não tive ataques de ciúmes;
- Não comi chocolate;
- Também não fiz débitos em meu cartão de crédito, nem dei cheques pré-datados; 
 
  
Mas peço a sua proteção, Senhor,  pois estou para levantar da cama a qualquer momento!

  AMÉM!!!
Recebi por e-mail. 

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Lei Geral da Copa – Um novo AI 5

Ao ler o Projeto de Lei “Lei Geral da Copa”, qualquer pessoa, entendida ou não depara-se com questões sociais vividas no Brasil que hoje assolam a sociedade civil, e que durante a copa de 2014 mostrarão o irreal da vida de um brasileiro.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Não fecha a porta, tranquilo?



Fofura!!!

Frase


"Sou egoísta, impaciente e um pouco insegura. Cometo erros, sou um pouco fora do controle e às vezes difícil de lidar, mas se você não sabe lidar com o meu pior, então com certeza, você não merece o meu melhor!"
 
Marilyn Monroe

O luxo


Danuza Leão
Mesmo para quem já possui casa, carro, casa de praia etc., sempre existirão objetos de desejo.
Supondo que você seja uma pessoa normal, sem grandes ambições de quadros valiosos e joias inacreditáveis, quais são as coisas que despertam em você aquela vontade louca de ter e aquele prazer imenso quando consegue? Nesses tempos tão modernos, é difícil saber.
Houve uma época em que as coisas mais banais eram uma festa; uma barra de Toblerone comprada no free-shop enchia de alegria os corações infantis -e os adultos também. Ganhar de presente uma camiseta da Banana Republic ou um cinto da Gap era o suprassumo do prazer, e fazer uma viagem, uma emoção indescritível.
Tudo era raro, e por isso tão especial. Mas agora os Toblerones são vendidos nos sinais de trânsito, e as camisetas importadas, nos camelôs. Teoricamente é ótimo: não é mais preciso viajar para ter um pote de mostarda Dijon na geladeira -lembra a festa que foi quando o salmão defumado virou o frango da classe média alta? Ótimo é, mas a graça mesmo, essa acabou.
Em qualquer lugar do mundo você come exatamente as mesmas coisas e pode comprar a mesma bolsa no Rio, em São Paulo, em Nova York, em Tóquio ou Cingapura, todas rigorosamente iguais; as grifes se banalizaram, o que foi lançado na semana passada em Londres já chegou aqui, e para ter acesso às coisas é apenas uma questão de conta bancária.
Mas apesar de quase tudo ser franqueado, ainda existem coisas especiais, únicas, às quais podemos ter acesso; é só procurar, sem ir atrás das modas.
De um pequeno restaurante que não faz parte de nenhum guia gastronômico a uma artesã de uma pequena cidade no interior de Pernambuco que faz lenços bordados de puro algodão, sem um só fio sintético, com suas iniciais bordadas; esse restaurante nunca vai ter filiais, e essa bordadeira nunca vai vender suas peças para nenhuma cadeia de lojas.
Existem coisas bem além da vã filosofia dos consumidores compulsivos, ávidos para comprar o que foi decretado que é moda.
A banalização deveria ser crime previsto no Código Penal, mas quando surge um restaurante incrível em qualquer lugar do mundo, na semana seguinte caravanas estão se organizando para ir conhecê-lo, só porque ouviram falar.
Nem todos conhecem os endereços onde se encontram coisas que nunca serão popularizadas, mas todos podemos exercer nossa capacidade de sair da mesmice, do comum e da vulgaridade que impera no mundo atual.
No lugar de fazer como todo mundo, pesquise, procure e ache um cinto único, uma camiseta única, um restaurante modesto, no fim de um beco, onde vai comer a melhor comida do mundo e que não está em nenhum guia da moda.
Esses achados -que não são necessariamente caros- são preciosos, porque foi você quem procurou, encontrou, são únicos e só você tem; isso é que eu acho que é o verdadeiro luxo. Achava, aliás.
Hoje eu penso que luxo, luxo mesmo, deve ser morar em um país onde se possa andar na rua sem olhar em volta com medo de ser assaltado, em que se abram os jornais durante uma semana, só uma, sem ler sobre malfeitos, palavra que virou sinônimo de corrupção, escândalo, roubalheira.
Deve ser mesmo muito bom.
PS - É hora de pensar, mais uma vez, na inesquecível pergunta de Eliane Cantanhêde em artigo aqui na Folha: "Afinal, o que é que a baiana e o Sarney têm?" 

Fonte: Conteúdo Livre

domingo, 18 de setembro de 2011

Frase


"Mude suas opiniões, mantenha seus princípios. Troque suas folhas, mantenha suas raízes."
Victor Hugo

sábado, 17 de setembro de 2011

Mulheres que complicam a vida

 Por Regis Mesquita

A suprema arte de complicar a vida e ficar eternamente insatisfeito. A música já dizia sobre as mulheres: complicadas e perfeitinhas. Poesia para explicar o básico: para ser infeliz é só criar condicionantes. Tipo assim: "para ajudar os outros primeiro você tem que estar bem". Observe o trabalho: eu te ajudo, mas antes tenho que ficar bem. A lei da vida diz: se você ajudar o próximo, será mais fácil se ajudar. Uma lei simples: tenha atitude, dinamismo, boa vontade e tudo isto refletirá em sua vida. Se preferir: "faça e receberá".
Criar condicionantes é uma forma de complicar a vida e paralisar a pessoa. Resultado: insatisfação, vergonha, ansiedade, etc. Esta pesquisa que me enviaram por email diz tudo: 

- "29% das mulheres britânicas consideram estar muito acima do peso para fazer sexo. (fonte: Sex in The Nation)

- Das 29% que disseram evitar fazer sexo por estarem acima do peso, 23% afirma que é porque têm vergonha de suas gordurinhas que ficam “balançando”. 

- 13% disseram que só “namoram” com as luzes apagadas, por vergonha de estarem nuas.

- uma em cada dez mulheres gostaria de ser mais “aventureira” na cama, mas não o fazem por vergonha de algumas partes de seu corpo".

A mulher pensa: para transar tenho que ter o corpo assim e assim. Tenho que ter tal peso, meu seio tem que de tal forma...
Complicam demais a vida. Ficam insatisfeitas com o peso, ficam insatisfeita com a vida sexual, ficam insatisfeitas com medo do parceiro não lhes desejar, ficam insatisfeitas com medo deles desistirem delas por não fazerem sexo. Talvez até evitem ter algum amor, com medo das intimidades.
Se sairmos do reino da insatisfação, podemos entrar no reino da vergonha e da baixa auto-estima; os dois estarão em alta. Tudo isto junto gera paralisação. A pessoa não consegue agir, não resolve os problemas e é ineficiente.
Solução: na vida deve-se adotar a simplicidade, o que é chamado de fator mínimo. O fator mínimo serve para te ajudar a descomplicar a vida. Comece identificando o fator mínimo de cada situação. Ou seja, aquilo que é a essência de cada situação, aquilo que dá sentido, que é o principal.
O fator mínimo da educação é prestar atenção para aprender. Isto jamais pode faltar, pois sem isto ir à escola perde o sentido. Cada situação possui seu fator mínimo ( saiba mais aqui ), e é ele que devemos usar para direcionar nossas decisões e ações.
Descomplicar! Descomplicar para ser mais eficiente e mais satisfeito.
A pessoa pode pensar: já sou gorda, pelo menos vou ser ótima na cama.
Se a mulher não pensa, saiba que é isto que o homem pensa. Por isto ele lida muito melhor com a barriga que a mulher.
Outra forma que homem pensa: "sou barrigudo, mas não sou brocha". Ou seja, ele vai se esforçar para ter e dar prazer, nem que seja como forma de auto-afirmação. Seria muito bom se as mulheres pensassem assim: "vou triturar meu namorado hoje a noite. Ele que me aguarde". Te garanto que o namorado ia adorar.
Ou seja, o fator mínimo do ato sexual é o envolvimento na atividade, a interação e o compartilhamento de emoções.
Mais do que o peso, é o não envolvimento que torna o ato sexual pouco satisfatório.
Tanto homem, como mulher podem e devem se entregar e se esforçar para gerar um ato sexual que seja satisfatório e que dure tempo suficiente para permitir com que os dois cheguem a um estado alterado de consciência deslumbrante que pode ou não acompanhar o orgasmo.
Com simplicidade é muito mais fácil atingir este objetivo. E isto independe do peso, idade, compromisso afetivo, etc.
Fora disso é se paralisar na insatisfação, acrescentando condicionantes na vida.

Amizades feminina e masculina



AMIZADE FEMININA
CERTA NOITE, UMA MULHER NÃO VOLTOU PARA CASA... NO DIA SEGUINTE, ELA DISSE AO MARIDO QUE TINHA DORMIDO NA CASA DE UMA AMIGA... DESCONFIADO, O HOMEM TELEFONOU PARA AS 10 MELHORES AMIGAS DA MULHER, E... NENHUMA SABIA DE NADA...
MORAL DA HISTÓRIA: Ô RAÇA DESUNIDA.

 

AMIZADE MASCULINA

CERTA NOITE, UM HOMEM NÃO VOLTOU PARA CASA... NO DIA SEGUINTE, ELE DISSE À ESPOSA QUE TINHA DORMIDO NA CASA DE UM AMIGO... DESCONFIADA, A MULHER TELEFONOU PARA OS 10 MELHORES AMIGOS DO MARIDO E.... 08 DELES CONFIRMARAM QUE ELE TINHA PASSADO A NOITE NA CASA DELES E 02 DISSERAM QUE ELE AINDA ESTAVA LÁ...
MORAL DA HISTÓRIA: Ô RAÇA ORDINÁRIA!.



Bom dia pessoal!

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Kite - U2



Lembro-me como se fosse ontem dele tocando essa música para mim.
Só depois confessei que não gostava dela.

Kite

Something is about to give
I can feel it coming
I think I know what it means
I'm not afraid to die
I'm not afraid to live
And when I'm flat on my back
I hope to feel like I did

And hardness, it sets in
You need some protection
The thinner the skin

I want you to know
That you don't need me anymore
I want you to know
You don't need anyone, anything at all

Who's to say where the wind will take you
Who's to say what it is will break you
I don't know which way the wind will blow
Who's to know when the time has come around
I don't wanna see you cry
I know that this is not goodbye

In summer I can taste the salt in the sea
There's a kite blowing out of control on a breeze
I wonder what's gonna happen to you
You wonder what has happened to me

I'm a man, I'm not a child
A man who sees
The shadow behind your eyes

Who's to say where the wind will take you
Who's to say what it is will break you
I don't know where the wind will blow
Who's to know when the time has come around
I don't wanna see you cry
I know that this is not goodbye

Did I waste it?
Not so much I couldn't taste it
Life should be fragrant
Roof top to the basement
The last of the rock stars
When hip hop drove the big cars
In the time when new media
Was the big idea
That was the big idea

Pipa

Alguma coisa está a ponto de se entregar
Eu posso senti-la chegando
Eu acho que sei o que é
Eu não tenho medo de morrer
Eu não tenho medo de viver
E quando eu estiver incapaz
Eu espero sentir que vivi

E por mais difícil que pareça
Você precisa de um pouco de proteção
Para a pele mais delicada

Eu quero que você saiba
Que você não precisa mais de mim
Eu quero que você saiba
Que você não precisa de ninguém, de coisa nenhuma

Quem dirá aonde o vento a levará
Quem dirá o que a arruinará
Eu não sei em qual direção o vento soprará
Quem saberá quando chegou a hora
Não quero ver você chorar
Eu sei que isso não é um adeus

No verão eu posso provar o sal do mar
Há uma pipa voando descontrolada na brisa
Eu quero saber o que vai acontecer com você
Você quer saber o que tem acontecido comigo

Eu sou um homem, eu não sou uma criança
Um homem que vê
A sombra atrás de seus olhos

Quem dirá aonde o vento a levará
Quem dirá o que a arruinará
Eu não sei aonde o vento soprará
Quem saberá quando chegou a hora
Não quero ver você chorar
Eu sei que isso não é um adeus

Eu a desperdicei?
Nem tanto que não pudesse provar
A vida deveria ser fragrante
Do topo do telhado para o porão
A última das estrelas do Rock
Quando o hip hop dirigiu grandes carros
No tempo em que mídia novas
Era a grande ideia
Essa era a grande ideia

Eu estava certa.

Por que usamos aliança no quarto dedo?



Bem interessante.

Filhos das prostitutas

Bem legal, e esta história é VERÍDICA:

O sujeito se chama Marc Faber e é norte-americano.
Ele é Analista de Investimentos e empresário.
Em junho de 2008, quando o Governo Bush estudava lançar um projeto de ajuda à economia americana, Marc Faber encerrava seu boletim mensal com um comentário bem-humorado:


"O Governo Federal está concedendo a cada um de nós uma bolsa de U$ 600,00."


Se gastarmos esse dinheiro no supermercado Walt-Mart, esse dinheiro vai para a China.
Se gastarmos com gasolina, vai para os árabes.
Se comprarmos um computador, vai para a Índia.
Se comprarmos frutas e vegetais, irá para o México, Honduras e Guatemala.
Se comprarmos um bom carro, irá para a Alemanha ou Japão.
Se comprarmos bugigangas, irá para Taiwan....


E nenhum centavo desse dinheiro ajudará a economia americana.


O único meio de manter esse dinheiro na América é gastá-lo com prostitutas e cerveja, considerando que são os únicos bens ainda produzidos por aqui.
Estou fazendo a minha parte...


- Resposta de um brasileiro igualmente bem humorado:


"Realmente a situação dos americanos parece cada vez pior." Lamento informar que, depois desse seu e-mail, a Budweiser foi comprada pela brasileira AmBev... portanto, restaram apenas as prostitutas.


Porém, se elas (as prostitutas) repassarem parte da verba para seus filhos, o dinheiro virá para Brasília, onde existe a maior concentração de filhos da puta do mundo.


Recebi por e-mail.

Que tal? Chocolate Quente Cremoso

Chocolate Quente Cremoso
Bom para hoje... friozinho...

Ingredientes

2 xícaras(chá) de leite
3 colheres (sopa) de chocolate em pó
4 colheres (sopa) de açucar
1 caixinha de creme de leite
1 pau de canela

Modo de Preparo

Em um liquidificador, bata o leite com o chocolate em pó e o açucar. Despeje em uma panela com a canela e leve ao fogo baixo, mexendo sempre até ferver.

Desligue, adicione o creme de leite e mexa bem até ficar homogêneo. Retire a canela e sirva quente.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

'Bob Esponja' pode prejudicar atenção de crianças de 4 anos

Um estudo sugere que assistir a apenas nove minutos do desenho animado "Bob Esponja" pode provocar problemas de atenção e de aprendizagem em crianças de 4 anos de idade. A velocidade das imagens do desenho foi apontada como responsável pela falta de concentração.

O personagem-título do desenho animado "Bob Esponja"
O personagem-título do desenho animado "Bob Esponja"

A pesquisa observou 60 crianças, divididas em três grupos. O primeiro assistiu a "Bob Esponja"; o segundo a "Caillou" --um desenho de ritmo mais lento--; e o terceiro tinha a opção de desenhar. Após nove minutos, elas passaram por testes de função mental: aquelas que tinham visto "Bob Esponja" se saíram pior que as outras.
Em outro teste, que mediu autocontrole e impulsividade, as crianças que assistiram a "Bob Esponja" foram classificadas como ansiosas, pois esperaram apenas dois minutos e meio para abrir lanches oferecidos pelos pesquisadores. Os outros dois grupos esperaram pelo menos quatro minutos.
A maioria das crianças eram brancas e de famílias de classe média ou rica. Elas receberam testes comuns de função mental depois de ver desenhos animados ou desenhar. As que assistiram a "Bob Esponja" marcaram, em média, 12 pontos a menos que os outros dois grupos, cujos resultados foram quase idênticos.
Pesquisas anteriores já haviam ligado o hábito de assistir TV ao déficit de atenção em crianças, mas o novo estudo sugere que problemas mais imediatos podem ocorrer após pouca exposição.
Em média, desenhos infantis têm cerca de 22 minutos de duração, por isso, ver um episódio inteiro "pode ser mais prejudicial", segundo os pesquisadores. No entanto, eles disseram que são necessárias mais provas para confirmar a ideia.
Os resultados devem ser interpretados com cautela, mas os dados parecem reforçar a ideia de que a exposição à televisão é uma questão de saúde, segundo Dimitri Christakis, especialista em desenvolvimento infantil do Hospital Infantil de Seattle, que escreveu um editorial que acompanha o estudo publicado nesta segunda-feira na revista "Pediatrics".
A professora de psicologia Universidade da Virgínia, Angeline Lillard, principal autora do estudo, disse que o desenho "Bob Esponja" não deve ser destacado. Ela encontrou problemas semelhantes em crianças que assistiram desenhos de mais velocidade de imagens.
O porta-voz da rede de televisão Nickelodeon, que transmite o desenho, David Bittler, contestou as conclusões. "'Bob Esponja' é destinado a crianças de 6 a 11 anos."
Lillard disse que foram escolhidas crianças de 4 anos, pois é a idade em que se vê mais desenvolvimento em habilidades de autocontrole. O estudo não pode determinar se crianças de outras idades seriam afetadas da mesma forma.
A pesquisadora ainda disse que o estudo tem algumas limitações. As crianças não foram testadas antes de assistir à TV e todas tiveram resultados parecidos na avaliação dos pais de seu comportamento. 

Fonte: Jornal Folha de São Paulo

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Para as pessoas que, assim como eu, amam esmaltes




Mais uma de esmaltes, acabei de ver na Marie Claire Brasil:

Quem acompanhou a SPFW verão 2012 deve se lembrar dos bichinhos de estimação que invadiram - junto aos diamantes da Liz Taylor - a passarela de Reinaldo Lourenço. Pois eles não ficaram só nas estampas da coleção; serviram também para que o estilista desenvolvesse mais uma linha de esmaltes com a marca Risqué.


Editora Globo
TODAS AS CORES DA COLEÇÃO RISQUÉ DOGS 

Chamada “Risqué ♥ Dogs”, a coleção é composta por sete cores que receberam nome de raças caninas. A “Chow Chow”, por exemplo, é uma alusão ao tom azul da língua do animal, e o metalizado “Vira Lata” ganhou este nome graças à versatilidade do tom e de seu representante.

O fruto dessa parceria, que está na 15ª edição, chegará às lojas e perfumarias de todo o país a partir de outubro.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Paciência

(Clique na imagem para vê-la melhor)


No parque, uma mulher sentou-se ao lado de um homem.
Ela disse:
Aquele ali é meu filho, o de suéter vermelho deslizando no escorregador.

- Um bonito garoto - respondeu o homem - e completou: - Aquela de vestido branco, pedalando a bicicleta, é minha filha.

Então, olhando o relógio, o homem chamou a sua filha.

- Melissa, o que você acha de irmos?

Mais cinco minutos, pai. Por favor. Só mais cinco minutos!

O homem concordou e Melissa continuou pedalando sua bicicleta, para alegria de seu coração

Os minutos se passaram, o pai levantou-se e novamente chamou sua filha:
- Hora de irmos, agora?

Mas, outra vez Melissa pediu:
- Mais cinco minutos, pai. Só mais cinco minutos!

O homem sorriu e disse:
- Está certo!

- O senhor é certamente um pai muito paciente - comentou a mulher ao seu lado.

O homem sorriu e disse:

- O irmão mais velho de Melissa foi morto no ano passado por um motorista bêbado,
quando montava sua bicicleta perto daqui. Eu nunca passei muito tempo com meu filho e agora eu daria qualquer coisa por apenas mais cinco minutos com ele.

Eu me prometi não cometer o mesmo erro com Melissa.
Ela acha que tem mais cinco minutos para andar de bicicleta.
Na verdade, eu é que tenho mais cinco minutos para vê-lá brincar...

Em tudo na vida estabelecemos prioridades.
Quais são as suas?

Lembre-se: nem tudo o que é importante é prioritário, e nem tudo o que é necessário é indispensável!

Quando cuidaremos das nossas torres?

 
por Leonardo Boff
 
Washington Novaes é um dos melhores joranlistas brasileiros na área da ecologia. Semanalmente publica em O Estado de São Paulo um artigo sobre assuntos ligados ao tema. Este foi publicado no dia 9/9/2011 e merece ser meditado.lb
Na manhã de 11 de setembro de 2001, o autor destas linhas estava em Tefé, no Amazonas, preparando-se para embarcar no porto rumo à Reserva de Mamirauá, lá pelas bandas dos rios Japurá e Solimões, onde seriam gravadas cenas para um documentário da TV Cultura de São Paulo chamado “Biodiversidade: Primeiro Mundo É Aqui”. Sentado na calçada em frente a um hotel, olhava enquanto a equipe carregava numa van os equipamentos de gravação. Até que o porteiro do hotel, correndo e batendo uma mão na outra, veio dizer, esbaforido, que “um avião derrubou o maior prédio de Nova York; está lá, na televisão”. De fato, estava, deixando-nos todos perplexos. Mas era preciso partir. As “voadeiras” que nos levariam pararam, entretanto, num posto flutuante de combustíveis e lá havia uma televisão que mostrava um segundo avião derrubando uma segunda torre. Mas não tínhamos como esperar uma explicação, seguimos adiante. Nos cinco dias seguintes, como em Mamirauá não havia televisão nem telefone, ficamos, todos a circundar a reserva, a ver só água e florestas, sem nenhuma notícia, imaginando: será a terceira guerra mundial ? Só no fim do quinto dia, em um posto flutuante do Ibama, pudemos ver um noticiário de TV e entender o que acontecera.
Já se sabia, nesse 2011, que o Brasil detinha entre 15 e 20% da biodiversidade mundial e que essa é a maior riqueza real, concreta, do planeta (medicamentos, alimentos, materiais). Já se lutava, em várias frentes, por uma política de conservação efetiva para o bioma. Passados 10 anos, o cálculo que se faz é de que 18% da floresta já tenham desaparecido e que se chegar a 20% pode haver “uma inflexão”, como tem advertido o conceituado biólogo Thomas Lovejoy (Folha de S. Paulo, 14/8): poderá haver mudanças fortes no regime de chuvas, afetando também Mato Grosso, o Sul do país, até a Argentina. Experiente, Lovejoy diz que não devemos nos preocupar com ameaças do exterior, porque o mais grave já está aqui: “A pior forma de biopirataria é a destruição da floresta”.
Muitas vozes somam-se à dele. O prof. Paulo Moutinho, da Universidade Federal do Pará, lembra que “as florestas tropicais são o ar condicionado do planeta” (Eco 21, julho 2011). O Instituto Internacional de Estudos Estratégicos alerta que “a miséria está transformando a Amazônia numa das principais rotas do tráfico internacional de armas e drogas” (ESTADO, 1/9). O próprio secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon se diz “muito preocupado” com o desmatamento, que “diz respeito a todos os países, é uma questão global”, até mesmo porque responde por 20% das emissões de gases que intensificam mudanças climáticas. E espera que esse seja um dos temas centrais da Rio +20 (ESTADO, 18/6). Só que o desmatamento voltou a crescer: 1.435 quilômetros quadrados de agosto de 2010 a maio de 2011 (mais 24%) e 6.081 km2 de florestas degradadas no mesmo período (mais 363%) – principalmente ao longo das principais rodovias, 65% em áreas privadas, 24% em assentamentos. Uma progressão que leva o prudente Financial Times (31/8) a dizer que “a Amazônia é um teste político para a presidente Dilma.
Resta saber em que termos. A própria presidente autorizou a redução da área de parques e reservas para permitir discutíveis obras de hidrelétricas na região – que sequer terão como principal mercado os Estados do bioma: só 3,2% da energia de Belo Monte será consumida pelos paraenses e 4,1% pela Amazônia; 70% ficará para concessionárias de São Paulo e Minas, 14% para a Bahia (Diário do Pará, 31/8) – isto é, irá para linhões de transmissão, uma rede que já perde 17% e, segundo o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica, precisaria ser praticamente toda trocada; foi implantada para resistir a ventos de até 80 quilômetros por hora e hoje enfrenta o dobro (geodireito, 2/9).
E não é só. As pastagens respondem pela ocupação de 62% das áreas de desmatamento medidas pelo INPE (ESTADO, 3/9). Mas o novo relatório sobre o Código Florestal, em discussão no Congresso, continua a abrir o facilitário para desmatadores, inclusive de reservas legais obrigatórias e áreas de proteção permanente – além de transferir para governos estaduais poder para legislar na área, facilitando as pressões locais de agropecuaristas e políticos.
E tudo isso vai agravar a situação da Amazônia. Exatamente na hora em que um novo estudo sobre a biodiversidade mundial aponta que ela tem mais que o dobro das espécies até agora apontadas (8,7 milhões, pelo menos, quando se contabilizavam 3,1 milhões). Se a Amazônia tem um terço da biodiversidade brasileira e esta corresponde a pelo menos 15% da biodiversidade planetária, a Amazônia terá quase 500 mil espécies. Quanto vale isso, lembrando, segundo Lovejoy, que só o comércio mundial de medicamentos derivados de plantas movimenta pelo menos US$250 bilhões anuais – e o Brasil sequer participa dele, porque não destina verbas suficientes para pesquisas, como recomenda a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência ?
Não bastasse, num momento em que o mundo agoniza com a chamada crise da água, cientistas descobrem a 4 quilômetros de profundidade, sob o rio Amazonas, outro rio que corre de Oeste para Leste em 6 mil quilômetros e desemboca perto da foz do grande rio (ESTADO, 25/8). Seu fluxo, de 3 mil metros cúbicos por segundo, é maior que o do rio São Francisco. Em pouco mais de 20 minutos poderia abastecer com 350 litros (consumo diário) cada um dos 11,4 milhões de paulistanos. E isso num país que já tem quase 13% de toda a água superficial do planeta, fora a dos aqüíferos subterrâneos.Biodiversidade água, energia.
Quando passaremos a dar prioridade em nosso pensamento político e estratégia a fatores como esses, principalmente quando as sucessivas crises financeiras mundiais indicam que o mundo terá de valorizar recursos concretos, em lugar de papéis ?

Fonte: Leonardo Boff (http://leonardoboff.wordpress.com)

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

E-mail errado


Para começar a semana.
Um casal decide passar férias numa praia no Caribe, no mesmo hotel onde passou a lua de mel 20 anos antes.
Por causa do trabalho, a mulher não pode viajar com o marido. Deixa pra ir alguns dias depois.
Quando o homem chega a seu quarto do hotel, vê que há um computador com acesso à internet.
Decide então enviar um e-mail à mulher, mas erra uma letra sem perceber e o envia a outro endereço.

O e-mail é recebido por uma viúva que acabara de chegar do enterro do marido.
Ao conferir seus e-mails, ela desmaia instantaneamente.
O filho ao entrar encontra a mãe caída perto do computador.
Na tela escrito:
 -Querida esposa. Cheguei bem. Provavelmente você se surpreenda em receber notícias minhas por e-mail.
Mas agora tem computador aqui e pode-se enviar mensagens às pessoas queridas. Acabo de chegar e já me certifiquei que está tudo preparado pra você vir na sexta feira.
Tenho muita vontade de te ver, e espero que sua viagem seja tão tranqüila como está sendo a minha.
 
Obs: NÃO TRAGA MUITA ROUPA, AQUI FAZ UM CALOR INFERNAL!!!!

Recebi por e-mail. 

domingo, 11 de setembro de 2011

Frase


"Felizmente existem os livros."
 José Saramago
(e Rock and Roll!!!)

Feliz semana a todos (as).

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Site combate estigma de comemorações para nascidos em 11 de setembro

"...Indício da esquizofrenia que vem incluída no sonho americano..."

A cada dia que passa me convenço mais e mais de que os norte-americanos realmente são loucos mas isto não interessa aqui. Apenas quero compartilhar este, no mínimo, curioso texto.

O site foi criado por Dahlia Gruen, de Boston, que completou dez anos no dia dos ataques. Quando seus pais explicaram a ela o que havia acontecido, a menina começou a perceber que seu aniversário nunca mais seria celebrado da mesma forma. A festa que já estava programada para aquele dia terminou em lágrimas.

Algum tempo depois, ela decidiu criar, com a ajuda do pai, um site para pessoas que tiveram de enfrentar a mesma experiência.
Dahlia diz que o objetivo do Birthdayspirit.org é que "as pessoas compartilhem seus sentimentos, recebam e deem conselhos àqueles que enfrentam dificuldades desde que a data mudou de significado, e lembrem o bem que também nasceu nesse dia".
Ela já foi contactada por centenas de pessoas que também tiveram de enfrentar o tabu de ter algo a comemorar em uma data tão macabra.
Muitos deles disseram nunca mais ter organizado festas de aniversário, enquanto outros escolheram uma data diferente para celebrar.
Um dos internautas escreveu: "É bom estar em contato com pessoas que sabem o que é acordar no seu dia de comemoração ao som de música de funeral no rádio e na TV... Agora, ter um lugar para dividir esses pensamentos me deixa pronto para celebrar meu aniversário."
Uma pesquisa realizada pelo jornal USA Today mostrou que muitos americanos nascidos na data decidem viajar para fora do país para se afastar do clima de luto. 


Homenagem 


O website também dá sugestões de como aqueles nascidos em 11 de setembro podem homenagear as vítimas dos ataques, como fazer um bolo para o corpo de bombeiros local ou acender uma vela a mais pelas vítimas.
Este ano, quando completa 20 anos de idade, Dahlia Gruen vai fazer um discurso em sua universidade na cerimônia que marcará os dez anos dos ataques.
No Birthdayspirit.org, ela diz que nunca vai entender porque a data 11 de setembro foi escolhida e que nunca vai entender porque coisas ruins acontecem com pessoas inocentes, mas ela também afirma que sente uma ligação com todos os que nasceram nesse dia.
Dahlia faz ainda uma homenagem a Christina Green, uma menina que nasceu em 11 de setembro de 2001 e que foi a mais jovem vítima de um ataque a tiros no Arizona este ano, que deixou seis mortos e 12 feridos, incluindo a deputada Gabrielle Giffords.
Sobre Christina, Dahlia escreveu: "Como o pai dela disse: ela veio ao mundo 'em um dia trágico e foi embora em um dia trágico'."    

 Grifo meu.
Fonte: Conteúdo Livre