terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Vale a pena ver de novo


Yes! Volumes I e II
Recomendo.

Chico Xavier


"Você nasceu no lar que precisava nascer, vestiu o corpo físico que merecia, mora onde melhor Deus te proporcionou, de acordo com o teu adiantamento.
Você possui os recursos financeiros coerentes com tuas necessidades... nem mais, nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas.
Seu ambiente de trabalho é o que você elegeu espontaneamente para a sua realização.
Teus parentes e amigos são as almas que você mesmo atraiu, com tua própria afinidade.
Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.
Você escolhe, recolhe, elege, atrai, busca, expulsa, modifica tudo aquilo que te rodeia a existência.
Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitudes. São as fontes de atração e repulsão na jornada da tua vivência.
Não reclame, nem se faça de vítima. Antes de tudo, analisa e observa.
A mudança está em tuas mãos.
Reprograma tua meta, busca o bem e você viverá melhor.
Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim."

(Chico Xavier)

Obrigada Anna L.
Beijo pra ti.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Manual para 2012


Saúde:

1.  Beba muita água
2.  Coma ao café da manhã como um rei, ao almoço como um príncipe e ao jantar como um pedinte;
3.  Coma o que nasce em árvores e plantas, e menos comida produzida em fábricas;
4.  Viva com os 3 E's: Energia, Entusiasmo e Empatia;
5.  Arranje tempo para rezar (eu diria agradecer);
6.  Jogue mais jogos;
7.  Leia mais livros do que leu em 2011;
8.  Sente-se em silêncio pelo menos 10 minutos por dia;
9.  Durma 8 horas por dia;
10. Faça caminhadas de 20-60 minutos por dia, e enquanto caminha sorria.

Personalidade
:

11.  Não compare a sua vida a dos outros. Ninguém faz idéia de como é a caminhada dos outros;
12.  Não tenha pensamentos negativos ou coisas de que não tenha controle;
13.  Não se exceda. Mantenha-se nos seus limites;
14.  Não se torne demasiadamente sério;
15.  Não desperdice a sua energia preciosa em fofocas;
16.  Sonhe mais;
17.  Inveja é uma perda de tempo.
18.  Esqueça questões do passado. Não lembre seu parceiro dos seus erros do passado. Isso destruirá a sua felicidade presente;
19.  A vida é curta demais para odiar alguém. Não odeie.
20.  Faça as pazes com o seu passado para não estragar o seu presente;
21.  Ninguém comanda a sua felicidade a não ser você;
22.  Tenha consciência de que a vida é uma escola e que está nela para aprender. Problemas são apenas parte do curriculum, que aparecem e se desvanecem como uma aula de álgebra, mas as lições que aprende, perduram uma vida inteira;
23.  Sorria e gargalhe mais;
24.  Não necessite ganhar todas as discussões. Aceite também a discordância;

Sociedade
:

25.  Entre mais em contato com sua família;
26.  Dê algo de bom aos outros diariamente;
27.  Perdoe a todos por tudo;
28.  Passe tempo com pessoas acima de 70 anos e abaixo de 6;
29.  Tente fazer sorrir pelo menos três pessoas por dia;
30.  Não te diz respeito o que os outros pensam de você;
31. O seu trabalho não tomará conta de você quando estiver doente. Os seus amigos o farão. Mantenha contato com eles.

A Vida
:

32.  Faça o que é correto;
33.  Desfaça-se do que não é útil, bonito ou alegre;
34.  DEUS cura tudo;
35.  Por muito boa ou má que a situação seja ela mudará.
36.  Não interessa como se sente, levanta, se arruma e aparece;
37.  O melhor ainda está para vir;
38.  Quando acordar vivo de manhã, agradeça a DEUS pela graça.
39.  Mantenha seu coração sempre feliz.

PS: Recebi por e-mail.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Sem título

Brincadeira com o poeta Gentilesa, vi num site por aí.

A internet é uma máquina de fazer idiotas?


 A geração superficial – O que a internet está fazendo com os nossos cérebros (Agir, 384 páginas) é o livro que consolidou a posição do jornalista americano Nicholas Carr como principal crítico cultural do mundo digital. O livro nasceu de um artigo polêmico que Carr publicou em 2008, chamado “O Google está nos deixando burros?”, comentado na época aqui no blog. A tese central é a mesma: ao nos ensinar a ler de outra forma – veloz, horizontal, volúvel, interativa, baseada na satisfação imediata –, a tecnologia digital está reprogramando nossas mentes no nível bioquímico, devido a uma característica do cérebro chamada neuroplasticidade. Em consequência disso, a capacidade da espécie de acompanhar raciocínios longos e mergulhar sem distração na solução de um problema complexo pode estar simplesmente em vias de extinção.
Se a ideia central já constava do artigo de 2008, “A geração superficial” sustenta o pessimismo de seu autor com uma impressionante variedade de informações históricas, científicas, econômicas etc. Consegue manter no ar todos esses malabares sem perder a atenção do leitor – isto é, daquele leitor que ainda for capaz de prestar atenção em um texto com mais de cinco linhas.

Carr não é um luddita, um reacionário. Sabe que voltar ao império da cultura livresca em que vivemos por séculos, com sua leitura linear e sua concentração em uma tarefa mental de cada vez, é impossível. Tanto quanto teria sido, para os contemporâneos de Gutenberg, desinventara imprensa. Essa inevitabilidade histórica não o impede de recuar dois passos em busca de uma visão distanciada daquilo que a maioria de nós percebe apenas como vertigem, quando percebe: ao revolucionar profundamente, em poucos anos, o modo como lemos, aprendemos, trabalhamos, nos divertimos, nos relacionamos, consumimos, a cultura digital está mexendo profundamente em… nós mesmos. Estamos ganhando algo, obviamente: ninguém entrou nisso a contragosto. Mas estamos perdendo algo também.

Parar para pensar é contraproducente

Evidentemente, Nicholas Carr não é o único a pensar assim. À medida que reflui o deslumbramento com as inegáveis maravilhas do mundo digital, tem crescido nos últimos anos a sensação de que a capacidade de concentração é um bem que merece ser preservado a qualquer custo. Há alguns meses, publiquei aqui um artigo chamado “Concentração dividirá o mundo entre senhores e escravos”, que trata justamente disso. Do outro lado do ringue, não faltam também os que abraçam sem reservas todos os impactos psicossociais das novas tecnologias.
Esse debate vai render por muito tempo. É difícil enxergar com clareza os efeitos de uma revolução quando se está no meio dela. O notável livro de Carr tenta fabricar luz na escuridão mantendo um pé no novo ambiente e o outro no velho: o fôlego argumentativo e a qualidade do texto são típicos da era livresca, enquanto a mobilização de informações ecléticas paga tributo ao jeito Google de absorver o mundo.
É o Google, aliás, o personagem principal daquele que me pareceu o mais luminoso argumento de Carr – e também o mais assustador. Trata-se de uma analogia simples entre as ideias de Frederick Winslow Taylor, engenheiro industrial do século 19 responsável pela criação do método de repetição mecânica de tarefas que viria a dar na linha de montagem de Henry Ford, e a filosofia de processamento de informações que norteia a mais bem sucedida empresa da era digital. Como um operário cuja única função é apertar determinado parafuso, o bom internauta tem a função de clicar, quanto mais depressa melhor, e manter a máquina girando. Parar para pensar não é só um luxo: é contraproducente.



***
[Sérgio Rodrigues é escritor e jornalista]

Fonte: Observatório da Imprensa

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Velha e louca - Mallu Magalhães

"A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás mas só pode ser vivida olhando-se para frente."
Soren Kierkergaard




Que delícia de música!!

domingo, 22 de janeiro de 2012

Chico Xavier


"Tudo que criamos para nós,
de que não temos necessidade,
se transforma em angústia, em depressão...
"
Chico Xavier

sábado, 21 de janeiro de 2012

Dialética - Vinícius sempre Vinícius


"É claro que a vida é boa
E a alegria a única indizível emoção
É claro que te acho linda
Em tí bendigo o amor das coisas simples.

É claro que te amo
E tenho tudo para ser feliz

Mas acontece que sou triste."

Vinícius de Moraes


NÃO, eu NÃO desejo que comecem o dia com tristeza - desejo que o comecem com poesia!!!
Feliz sábado a todos (as).

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Desejo

(Demasiado tarde mas ainda em tempo).


Por: Victor Hugo
Desejo primeiro que você ame,
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim,
Mas se for, saiba ser sem desesperar.
Desejo também que tenha amigos,
Que mesmo maus e inconseqüentes,
Sejam corajosos e fiéis,
E que pelo menos num deles
Você possa confiar sem duvidar.
E porque a vida é assim.
Desejo ainda que você tenha inimigos.
Nem muitos, nem poucos,
Mas na medida exata para que, algumas vezes,
Você se interpele a respeito
De suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,
Para que você não se sinta demasiado seguro.
Desejo depois que você seja útil,
Mas não insubstituível.
E que nos maus momentos,
Quando não restar mais nada,
Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.
Desejo ainda que você seja tolerante,
Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,
Mas com os que erram muito e irremediavelmente,
E que fazendo bom uso dessa tolerância,
Você sirva de exemplo aos outros.
Desejo que você, sendo jovem,
Não amadureça depressa demais,
E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer
E que sendo velho, não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e
É preciso deixar que eles escorram por entre nós.
Desejo por sinal que você seja triste,
Não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra
Que o riso diário é bom,
O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.
Desejo que você descubra,
Com o máximo de urgência,
Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,
Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.
Desejo ainda que você afague um gato,
Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro
Erguer triunfante o seu canto matinal
Porque, assim, você se sentirá bem por nada.
Desejo também que você plante uma semente,
Por mais minúscula que seja,
E acompanhe o seu crescimento,
Para que você saiba de quantas
Muitas vidas é feita uma árvore.
Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,
Porque é preciso ser prático.
E que pelo menos uma vez por ano
Coloque um pouco dele
Na sua frente e diga "Isso é meu",
Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.
Desejo também que nenhum de seus afetos morra,
Por ele e por você,
Mas que se morrer, você possa chorar
Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.
Desejo por fim que você sendo homem,
Tenha uma boa mulher,
E que sendo mulher,
Tenha um bom homem
E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,
E quando estiverem exaustos e sorridentes,
Ainda haja amor para recomeçar.
E se tudo isso acontecer,
Não tenho mais nada a te desejar.


Com amor,

sua Pris. 

terça-feira, 17 de janeiro de 2012


Pra você entender:

'Luíza está no Canadá' vira hit na web e família antecipa volta dela ao Brasil

Garota paraibana ficou famosa nas redes sociais após comercial do pai.
"Isto é uma avalanche", diz o pai de Luíza sobre a repercussão na internet.



Luiza já está com tudo pronto para voltar do Canadá (Foto: Divulgação/Arquivo pessoal) 
Luíza já está com tudo pronto para voltar do Canadá
(Foto: Divulgação/Arquivo pessoal)
A frase de um comercial de televisão veiculado na Paraíba está entre um dos assuntos mais comentados nas redes sociais em todo o Brasil. Toda a repercussão se deve a uma única frase: "Menos Luíza, que está no Canadá".

A propaganda em questão é sobre o lançamento de um prédio residencial, estrelada pelo colunista social e pai de Luíza Gerardo Rabello, de João Pessoa, que fala sobre o empreendimento e em determinado momento ele cita que o sucesso do prédio é tão grande que ele convocou toda a família para falar sobre o empreendimento, menos Luíza, de 17 anos, que está no Canadá, fazendo intercâmbio.



Gerardo Rabello fala de Luíza em comercial (Foto: Reprodução/Youtube) 
Gerardo Rabello fala que a filha Luíza está no
Canadá em comercial  (Foto: Reprodução/Youtube)
Menos de 24 horas após a veiculação da propaganda, na quarta-feira (11), o assunto ficou entre os 10 mais comentados do Twitter em todo o país com a hashtag #LuizaEstanoCanada, além de inúmeras montagens que foram veiculadas no Facebook.

A repercussão foi tanta que até artistas consagrados entraram na brincadeira. Foi o caso do cantor Lenine, que em show feito em João Pessoa na última sexta-feira (13), agradeceu a presença de todos que foram, menos de Luíza que está no Canadá. “Que maravilha, está todo mundo aqui rapaz, só não está a Luíza que está lá no Canadá”, brincou o cantor antes de começar o show.

A reportagem do G1 conversou com Gerardo Rabello para saber o que a família está achando da repercussão. “Isto é uma avalanche, a família se reuniu e achou melhor antecipar a volta dela para o Brasil. Ela vai chegar ao país ainda esta semana e precisa ficar amparada pela família neste momento. Eu não imaginava que um simples comercial pudesse ter toda esta repercussão. Só queremos ficar do lado dela”, disse Gerardo.

Se eu fosse a #luizaEstanoCanada não voltaria tão cedo. 

 Fontes: G1 e youtube

Encanto


"Você sabe o que é o encanto? É ouvir um sim como resposta sem ter perguntado nada."
Albert Camus

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Carpinejar


"Adaptar-se é para os preguiçosos, eu me transformo." 

Bem histérico mas mesmo assim interessante. Outra perspectiva.

Frase


" Parecia-lhe que o mundo estava dividido em duas espécies de pessoas: as boas e as más. As primeiras dormiam melhor mas as últimas se divertiam muito mais durante o dia."

Woody Allen no livro 'Que loucura!' (que é uma delícia de ler).


Recebi por e - mail e gostei









 
Confie...

As coisas acontecem na hora certa.
Exatamente quando devem acontecer!
Momentos felizes, louve a Deus.
Momentos difíceis, busque a Deus.
Momentos silenciosos, adore a Deus.
Momentos dolorosos, confie em Deus.
Cada momento, agradeça a Deus.

(Dedico esta postagem especialmente ao lipe e ao toti que fazem aniversário hoje) 

domingo, 15 de janeiro de 2012

Qual é o sexo do seu cérebro?

O cérebro humano pode ser feminino ou masculino independentemente do sexo biológico de uma pessoa. Faça o teste e saiba se o seu cérebro tem o mesmo sexo que seu corpo.
Por Thaís Ferreira


PESQUISA

O cérebro do homem pode ser feminino.
As diferenças no corpo de homens e mulheres estão além da aparência e dos órgãos sexuais. A ciência detectou que até o cérebro apresenta características femininas ou masculinas. Essa diferença neurológica gera diferenças de comportamentos, sentimentos e modos de pensar entre homens e mulheres.

Você consegue saber se seu amigo está triste ou irritado só de olhar para ele? Essa é uma característica de um cérebro feminino. Mas um homem também pode ter essa sensibilidade e outros comportamentos geralmente ligados a um cérebro feminino. Isso porque a sexualidade cerebral não está ligada diretamente ao sexo do corpo. “O sexo do cérebro é determinado pela quantidade de testosterona [hormônio masculino] a que o feto fica exposto no útero. Em geral, homens recebem doses maiores do que as mulheres. Mas isso varia e nós ainda não sabemos exatamente por quê”, diz a ÉPOCA a neuropsicologista Anne Moir, da Universidade de Oxford, na Inglaterra.

A diferença entre o cérebro dos dois gêneros tem raízes evolutivas. Segundo Moir, durante o desenvolvimento dos seres humanos, como o homem era o caçador, desenvolveu um cérebro com habilidades manuais, visuais e coordenação para construir ferramentas. Por isso, um cérebro masculino tem mais habilidades funcionais. Já as mulheres preparavam os alimentos e cuidavam dos mais novos. Elas tinham que entender os bebês, ler sua linguagem corporal e ajudá-los a sobreviver. Elas também tinham que se relacionar com as outras mulheres do grupo e dependiam disso para sobreviver na comunidade e, por isso, desenvolveram um cérebro mais social. Os homens, por sua vez, lidavam com um grupo de caçadores, não precisavam tanto um do outro e se comunicavam menos, apenas com sinais. 

Moir acredita que a diferença de sexo entre cérebro e corpo pode estar ligada às causas do homossexualismo. “Se a concentração de testosterona no útero está mais baixa do que o padrão para os homens, então o 'centro sexual' do cérebro será feminino e esse homem sentirá atração por outros homens. Se a concentração desse hormônio estiver alta, o 'centro sexual' será masculino e ele sentirá atração por mulheres”, diz Moir. 
 Reprodução

Moir está desenvolvendo uma linha de pesquisa para entender melhor as diferenças neurológicas entre homens e mulheres e, para isso, desenvolveu um teste que mostra numa escala de 1 a 20 qual é o sexo do cérebro. O número 1 representa o cérebro mais masculino possível e o 20, o mais feminino. Quem se aproxima do 10 tem um cérebro misto. Segundo Moir, esse último caso é muito comum em suas pesquisas.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro. 


Fonte: Revista Época

sábado, 14 de janeiro de 2012

Homem legenda

(Clique na imagem que ela aumenta!)

Fonte: o maravilhoso mundo de Adão Iturrusgarai

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Bom dia!!

"Animação em stop motion de Wan-Tzu, que levou um mês para criar, produzir e conceber o projeto e mais duas semanas para compor uma sequencia com 1.705 fotos. Música de Les Filstool."
Fonte: Vimeo

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Fórum Social Mundial‏

Frei Betto - Fórum Social Mundial‏ 




Porto Alegre abrigará, de 24 a 29 deste mês, o Fórum Social Mundial (FSM), centrado no tema ‘Crise capitalista – Justiça social e ambiental’. O evento é uma das atividades preparatórias da Cúpula dos Povos da Rio+20, que se reunirá na Cidade Maravilhosa entre 20 e 21 de junho. O FSM se realiza no momento em que vários povos se movimentam por liberdade e democracia, como ocorre no mundo árabe. No Ocidente, a crise do capitalismo suscita o movimento Ocupe Wall Street. As duas manifestações têm em comum clareza quanto ao que não se quer, sem, no entanto, apresentar propostas alternativas viáveis. No último 15 de outubro, houve mobilizações em quase 1 mil cidades de 82 países. No mundo andino, povos indígenas questionam o modelo capitalista de desenvolvimento e resgatam os valores do bem viver – sumak kawsay.

Como resultado da incompetência de um sistema que prioriza a acumulação privada da riqueza em detrimento dos direitos humanos, sociais e ambientais, o capitalismno conhece, agora, nova crise. Diante dela, a reação dos donos do poder é o samba de uma nota só: austeridade, cortes, aumento de impostos e desemprego, flexibilização das leis trabalhistas, congelamento de salários. Salvam-se os bancos e dane-se a população. Mais miséria à vista; jovens sem perspectiva de futuro, condenados à droga e ao crime; fluxos migratórios desordenados.

Do lado da esperança, e depois de três décadas de globocolonização neoliberal, as manifestações sinalizam valores positivos, como a empatia pelo sofrimento alheio, a solidariedade, a defesa da igualdade, a busca de justiça, o reconhecimento da diversidade e a preservação ambiental. Sem esse universo ético não há esperança de construir um outro mundo possível.

É preciso reinventar a convivência humana. E, da parte dos donos do poder, não há nenhuma proposta fora da preocupação de não refrear a roleta do cassino global. A crise ambiental é ignorada pela ONU, pelos governos dos EUA e da União Europeia, e nada garante que a Rio+20 conseguirá reunir, como na Eco 92, chefes de Estado dos países do G-8.

Mercantiliza-se a vida, destroem-se os ecossistemas, reduz-se rapidamente a biodiversidade. Em todo o planeta, acentuam-se os empreendimentos extrativistas, sem nenhuma preocupação com seus impactos sociais e ambientais. Áreas fundiárias são descaradamente transnacionalizadas em países do Terceiro Mundo.

Em Belém 2009 e Dakar 2011, o FSM deu passos significativos na busca de alternativas ao desenvolvimentismo e ao consumismo, tendo em vista a preservação ambiental. Agora, a luta social é oxigenada pela busca de democracia e soberania nos países árabes, e as amplas manifestações, na Europa e nos EUA, contra a lógica necrófila do neoliberalismo. Se outro mundo é possível, isso se dará a partir da convergência de todas essas mobilizações, da sincronia entre todos que lutam pela preservação ambiental, do diálogo entre as forças sociais e políticas convencidas de que dentro do capitalismo não há salvação para o futuro da humanidade.

O FSM de Porto Alegre 2012 deverá ser o ponto de encontro de sujeitos políticos capazes de apontar uma saída para a crise e as bases de construção de um novo modelo civilizatório, no qual predomine a globalização da solidariedade. E dele poderá brotar propostas temáticas para abastecer aqueles que, em junho, se encontrarão na Cúpula dos Povos (Rio+20). A dinâmica do FSM 2012 será à base de grupos temáticos, de modo a acolher experiências e contribuições dos participantes em torno de quatro eixos transversais: 1. Fundamentos éticos e filosóficos: subjetividade, dominação e emancipação; 2. Direitos humanos, povos, territórios e defesa da mãe-Terra; 3. Produção, distribuição e consumo: acesso à riqueza, bens comuns e economia de transição; 4. Sujeitos políticos, arquitetura de poder e democracia.

Fonte: Conteúdo Livre

Como disse uma professora que tive certa vez: "Todo sistema econômico já nasce fadado ao fracasso". Bom, agora é esperar que o mundo não se volte ao socialismo, pelo menos, heheheh!

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Fuja para as montanhas, o BBB voltou


"Tudo o que é bom dura pouco. BBB em sua 12ª edição."

"E a insistência do Pedro Bial em chamar essa chatisse de nave me comove: poderia mesmo haver uma abdução desses coitados todos, incluindo o próprio."

Pronto, agora já me manifestei a respeito deste 'programa cultural'. Estranho é continuar fazendo sucesso somente no Brasil, aliás estranho não: normalíssimo.

As duas primeiras frases foram publicadas por mim no twitter já que infelizmente, o assunto voltou como uma das pautas mais importantes do país. Agora não falo mais. Ponto final.

Em todo caso, leia também: http://oglobo.globo.com/megazine/colunista-matheus-souza-da-dicas-para-fugir-do-big-brother-brasil-3626636

Pretinho básico


Hoje eu vou de pretinho básico.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

El celibato


Hoje


Hoje presenciei um atropelamento e chorei.
Acho que estou um pouco chorona nesses dias de chuva. CREDO!
Espero que seja só TPM.

Dica de filme: Faces da Verdade / Nothing but the Truth

Uma crítica bem informal de um filme que vale a pena ser visto.

Vi no 50 anos de Filmes.

Faces da Verdade / Nothing but the Truth


Nota: ★★★★

Anotação em 2010: Uma maravilha, um filmaço, este Faces da Verdade. O diretor Rod Lurie fala de política, de liberdade de imprensa, de Justiça, dos graves perigos de um Poder Executivo forte demais – temas sérios, importantes, pesados, densos – em uma belíssima história, com um ritmo que parece de um thriller.
De cara, um letreiro informa o espectador que o filme se inspira em fatos verdadeiros, mas que é uma história fictícia. Mais tarde vou tentar ver se acho quais são os fatos verdadeiros que inspiraram a trama que o próprio diretor Rod Lurie criou e desenvolveu – ele é o autor do argumento e do roteiro.
E é uma beleza de história. Envolve o presidente dos Estados Unidos – um presidente fictício, chamado Lyman; o filme é de 2008, o último dos oito anos do governo Bush filho. Na primeira seqüência, bem rápida, o presidente Lyman é vítima de um atentado. Corta, e estamos vendo um ônibus escolar, onde duas mães acompanham um grupo de alunos numa excursão. Os créditos iniciais vão rolando enquanto ouvimos um noticiário de TV; pelo noticiário, ficamos sabendo que o presidente Lyman ordenou um ataque a bases militares da Venezuela, cujo governo teria participado do atentado; há, no entanto, fontes que dizem que os relatórios da CIA não eram conclusivos a respeito da participação do governo venezuelano.
Uma das duas mães que estão no ônibus escolar é uma jornalista, Rachel Armstrong (Kate Beckinsale), que trabalha para o jornal (fictício) Sun Times, de Washington. Passaram-se algumas semanas depois do atentado contra o presidente americano, e Rachel está trabalhando numa matéria explosiva: ela obteve, de fontes seguras, a informação de que a mulher de um embaixador, Erica Van Doren (Vera Farmiga), é uma agente secreta da CIA, que teria ido à Venezuela e escrito um relatório mostrando que, afinal, o governo daquele país não estava envolvido no atentado; seu relatório foi menosprezado pela Casa Branca, que ordenou o ataque ao país mesmo assim.
Se o espectador fizer alguma comparação entre esse ponto do filme e o ataque do governo Bush ao Iraque, com base em informações de que o país de Sadam Hussein possuía armas químicas de alto poder destrutivo, o que se provou ser uma mentirada deslavada, uma história da carochina, o espectador está muito é certo. 
Mas vamos em frente.


         O país mais poderoso do planeta contra uma repórter

Reunião de pauta no Sun Times. Mandam chamar a repórter Rachel Armstrong; Bonnie (Angela Bassett), a diretora de redação, diz que quer publicar a matéria dela na edição daquele dia, pergunta o que falta para ela apurar. Rachel diz que só precisa ouvir a própria Erica Van Doren, a agente secreta da CIA, e que é fácil para ela fazer isso: seu filho Timmy freqüenta a mesma escola de Allison, a filha de Erica.



Rachel encontra Erica no colégio dos filhos das duas (na foto); apresenta-se, diz que o jornal vai publicar a matéria dizendo que ela, Erica, é agente da CIA, e escreveu um relatório assim assado. Erica fica furiosa e nega tudo, é claro. Rachel ouve um porta-voz da Casa Branca, que diz que a presidência não comenta assuntos envolvendo segurança nacional.
A matéria é publicada.
No mesmo dia em que o jornal traz a reportagem, Rachel é abordada por agentes do FBI e levada a um funcionário do governo, Patton Dubois (Matt Dillon), que será nomeado promotor especialmente para aquele caso. Dubois quer o nome da fonte – a pessoa que disse para a repórter que Erica Van Doren é agente da CIA.
Estamos aí com apenas 15 minutos de filme, e vai começar a ser discutida a questão: legalmente, um repórter, um jornal pode não revelar sua fonte?
Teoricamente, pode – é uma garantia dada pela Primeira Emenda à Constituição americana, a que assegura a liberdade de expressão. Acontece que uma lei federal bem recente obriga os jornais e os jornalistas a revelarem suas fontes em casos que envolvam a segurança nacional. E o governo – representado pelo promotor especial Dubois – entende que expor a identidade de um agente secreto é uma ameaça à segurança nacional. Caso a Justiça exija que a fonte seja revelada, e Rachel Armstrong se negue a fazê-la, ela será presa por desacato à Justiça.
Entra em cena um advogado famosíssimo, veterano, um defensor dos direitos civis, Albert Burnside (Alan Alda), para defender Rachel.
Não estamos com mais do que meia hora de filme, e um juiz, Hall (Floyd Abrams), ouve o promotor Dubois, ouve o advogado Burnside, e anuncia sua decisão.


        
Um diretor que gosta de política, entende de política

O diretor Rod Lurie gosta de política. É do ramo. E, nas três últimas eleições presidenciais, não votou em Bush, nem em John McCain, ah, não, senhor. Suas idéias são absolutamente opostas às de Sarah Palin, conforme fica claro por qualquer uma de suas obras. Dirigiu sete dos 18 episódios de Commander-in-Chief, uma beleza de série feita para a TV entre 2005 e 2006, em que a vice-presidente dos Estados Unidos, interpretada por Geena Davis, assume a presidência com a morte do titular.
Dirigiu também, em 2000, A Conspiração/The Contender, outro excelente filme político, sobre o qual escrevi: “Um ótimo filme político, extremamente liberal (no sentido de que se opõe ao conservadorismo; nada a ver com o que no Brasil se usa sobre economia), progressista, avançado – mais uma das dezenas e dezenas de provas de que o cinema americano está muito à frente do resto do país.”
A mesma visão extremamente liberal, progressista, avançada, ilumina este Faces da Verdade. O filme é um panfleto contra o Estado forte, o Executivo todo poderoso – garantia de menos liberdade de imprensa, garantia de menos direitos do cidadão. É um panfleto a favor da imprensa independente, vigilante, inquiridora, investigativa – o tipo de imprensa que o apedeuta presidente brasileiro amigo de Bush detesta.
Alan Alda, ele também um liberal, sempre próximo das boas causas, está ótimo como o advogado Burnside, um tipo complexo, bom de serviço, batalhador, um believer, mas capaz de vaciladas, e um gosto por símbolos de riqueza – roupas, relógios – que empanam o brilho de sua oratória grandiosa.
Kate Beckinsale, a jovem atriz inglesa de rosto belíssimo, está excelente no papel da jornalista bem educada, bem formada em ótimas e caras escolas, que vai ter que comer o pão que o diabo amassou muito bem amassado. Sua interpretação neste filme a exime da culpa por todos os filmes de monstros e super-heróis, os Van Helsing da vida, em que ela vem se metendo.
 Também está ótima no papel da agente da CIA Vera Farmiga, essa atriz que tem sido coadjuvante em muitos filmes bons, e nos últimos anos tem tido boas oportunidades, em papéis mais importantes. Quem me pareceu mal, destoando do resto do elenco, foi Matt Dillon; está bastante careteiro, o rapaz, como o procurador tirânico representando um governo tirânico.


         Uma fala brilhante contra o Estado forte, a favor da liberdade



Quando anotei sobre o filme A Conspiração, transcrevi um texto brilhante, dito por um dos personagens – uma ode às liberdades básicas, fundamentais. Não dá para deixar de transcrever uma fala do advogado Albert Burnside – brilhante, emocionante – diante da Suprema Corte. O iMDB traz o trecho – é só traduzir, então lá vai.
“Em 1972, no caso Branzburg versus Hayes, esta Corte decidiu contra o direito de repórteres de não divulgar os nomes de suas fontes diante de um grande júri, e isso deu ao governo o poder de prender aqueles repórteres que se negassem a fazê-lo. Foi uma decisão de 5 a 4, apertada. Ao discordar da decisão da maioria, o juiz Steward disse: ‘Com o passar dos anos, o poder do governo se torna mais e mais penetrante. Aqueles que estão no poder’, ele disse, ‘qualquer que seja sua política, querem apenas se perpetuar no poder, e as pessoas são as vítimas.’ Bem, os anos se passaram, e aquele poder é penetrante. A sra. Amrstrong poderia ter cedido às exigências do governo – ela poderia ter abandonado a sua promessa de confidencialidade. Ele poderia simplesmente ter ido para casa, ficar com sua família. Mas fazer isso significaria que nenhuma fonte iria falar de novo com ela, e nenhuma fonte iria falar com o jornal dela de novo. E então amanhã, quando prendermos jornalistas de outros jornais, vamos tornar essas publicações irrelevantes, e assim tornaremos irrelevante a Primeira Emenda. E então como saberemos se um presidente escondeu crimes? Ou se um oficial do exército cometeu tortura? Nós, enquanto nação, não mais seremos capazes de exigir que aqueles que estão no poder prestem contas àqueles sobre os quais exercem seu poder – e qual é a natureza de um governo quanto ele não tem mais medo de prestar contas? Deveríamos levar isso em consideração. Prender jornalistas – isso é para outros países, isso é para os países que temem seus cidadãos, não para países que cuidam deles e os protegem. Algum tempo atrás, comecei a sentir a pressão pessoal, humana, sobre Rachel Armstrong, e disse a ela que eu estava ali para representar a ela, e não seus princípios. E foi só quando eu a encontrei que compreendi que, com as grandes pessoas, não existe diferença entre os princípios e a pessoa.”
Brilho! Brilho puro!

         O fato real: jornalista do NY Times foi presa por não revelar a fonte

Bem, vou agora buscar informações sobre o filme.
Há muitas, e são fascinantes. O iMDB conta que Floyd Abrams, que interpreta o juiz do filme, e também aparece nos créditos como consultor técnico, é na vida real um advogado que trabalha para a ACLU, a União Americana pelas Liberdades Civis, e já defendeu pessoas em casos que envolvem a Primeira Emenda e a segurança nacional – o tema central do filme.
Uma informação triste: a empresa distribuidora do filme, Yari Film Group, pediu falência, e, nos Estados Unidos, Faces da Verdade só foi exibido nos cinemas de Nova York e Los Angeles; não chegou às demais cidades. Uma pena.
Os fatos reais que inspiraram a história – história essa que é fictícia, conforme o filme nos adverte no início e no fim – envolveram uma ex-agente da CIA, Valerie Plame, e uma repórter do New York Times, Judith Miller. Valerie Plame – assim como a agente da CIA do filme – foi casada com um embaixador. Judith Miller foi um dos jornalistas que identificaram que Valerie trabalhou para a CIA; a Justiça exigiu que ela revelasse sua fonte, ela negou e por isso ficou 85 dias presa em 2005. Duros tempos, os anos Bush.
É isso. Uma beleza de filme. Virei fã desse Rod Lurie.

Faces da Verdade/Nothing but the Truth
          De Rod Lurie, EUA, 2008
Com Kate Beckinsale (Rachel Armstrong), Matt Dillon (Patton Dubois), Angela Bassett (Bonnie Benjamin), Alan Alda (Albert Burnside), Vera Farmiga (Erica Van Doren), David Schwimmer (Ray Armstrong), Floyd Abrams (juiz Hall)
Argumento e roteiro Rod Lurie
Fotografia Alik Sakharov
Música Larry Groupe
Produção Battleplan Productions, Yari Film Group
Cor, 107 min
****
Título em Portugal: A Verdade e só a Verdade

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Cracolândia: usuários são tratados como causa, mas são consequência

Professor Dartiu Xavier critica ação policial na Cracolândia e diz que apenas um psiquiatra bem qualificado e que possa analisar cada caso individualmente poderia dar um parecer de internação compulsória

Por Mario Henrique de Oliveira


Para o professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e diretor do Programa de Orientação e Assistência a Dependentes (PROAD), Dartiu Xavier, a ação que vem sendo feita pela Polícia Militar, em conjunto com a prefeitura de São Paulo, na região central da cidade conhecida como Cracolândia não passa de “higienização”. Segundo ele, o risco de que haja internações compulsórias nas quais agentes de saúde, depois de uma rápida análise, possam decidir se usuários de crack devem ou não ser internados, é um fato “desumano”.



Cena comum nas ruas do centro paulistano (Marcello Casal Jr/ABr)

Em conversa com o SpressoSP, Dartiu Xavier fala sobre os casos em que uma internação compulsória pode ser realizada, como ela deve ser feita e faz um alerta sobre o modo como as pessoas viciadas em crack vêm sendo tratadas pelas autoridades.

SpressoSP – O senhor vem acompanhando a ação na Cracolândia, na qual existe a perspectiva de serem feitas internações compulsórias de usuários? 

Dartiu Xavier – Tenho acompanhado um pouco. Essa questão de internação compulsória é algo extremamente delicado. Apenas um psiquiatra qualificado após um bom tempo de exames e analisando cada caso individualmente é que poderia dar aval para uma internação. Além do mais, sempre levamos em conta que, para uma internação contra a vontade da pessoa, devem constar sempre algumas coisas. A primeira é quando existe um risco constatado de suicídio, e a segunda é quando a pessoa está com um quadro que chamamos de psicose, ou seja, está vivendo fora da realidade, acha que está sendo perseguida, que tem superpoderes, coisas assim.

SSP – E com uma breve análise, feita na rua, é possível detectar isso?

Xavier – De maneira nenhuma. Uma análise dessas é impossível de ser feita em poucos minutos. O que está acontecendo é uma generalização e higienização. É algo desumano. Eles [os usuários] vêm sendo tratados como causa do problema quando na verdade são consequência. A droga não é causa da Cracolândia, ela é uma consequência de vários fatores como falta de educação e saúde pública. Eles já chegam ali despojados de dignidade e o crack vira um meio de fugir disso. Quando se trabalha com a consequência e não com a causa, não há resultados.

SSP – Como deveria ser então um trabalho na região que surtisse algum efeito?

Xavier – É preciso um trabalho social, fornecer educação e saúde. Outra coisa é que não pode haver generalizações. É preciso trabalhar caso a caso, pessoa a pessoa. Cada um pede uma demanda. É difícil, mas seria a única maneira mais eficaz de tratar a região.


Leia também:






Fonte: Spresso SP

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Estudo aponta que 98% das dietas de início do ano já fracassaram


Eu ri muito!
















Um levantamento do Núcleo de Pesquisas da América Latina mostrou que no segundo dia útil do ano nada menos do que 98% das dietas já fracassaram. Hoje muitos trabalhadores que ontem fecharam a boca não resistiram e voltaram aos velhos hábitos. “Essas pessoas agora deixaram a dieta para o ano que vem”, disse Fernando Sampaio, coordenador do estudo. Outro problema é o surto de depressão. Três dias depois da noite de réveillon milhões de trabalhadores em todo o mundo já começam a acordar para a realidade. Muitos finalmente perceberam que a única coisa que mudou foi o ano no calendário. “Isso deve provocar mais ansiedade e, consequentemente, as pessoas vão comer mais. É uma bola de neve”.

Otileno Junior

E você, ainda está resistindo?

Fonte: sensacionalista

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Tirinhas do Glauco


Da série "Faça você mesmo", rsrsrsr!

Vi no http://www2.uol.com.br

Descrição dos tipos Junguianos introvertido e extrovertido


Carl Gustav Jung criou e aprimorou o conceito de reflexivo e ativo para Introvertido e Extrovertido. Primeiro os tipos gerais de atitude, que se distinguem pela direção de seu interesse, pelo movimento de sua libido; os outros, tipos funcionais. Os tipos gerias de atitude diferencia-se por seu comportamento em relação ao objeto. Entende-se para esses termos que o Introvertido dá enfoque ao objeto e, a Introversão, refere seu enfoque ao sujeito. 
Então, em sua proposta teórica, ele nos diz que temos duas tendências básicas de personalidade: ou sendo do tipo introvertido ou extrovertido. Podemos perceber que temos, naturalmente, dois mundos o interior e o exterior e elegemos qual preferir e desenvolver mais.
Pode-se dizer que o tipo introvertido seria aquela pessoa que precisa voltar-se para seu mundo interior e explorá-lo, pois os seus referenciais lá se encontram.
Enquanto que o tipo extrovertido experimenta em seu mundo exterior os elementos referenciais dos quais precisa.
Os dois tipos são tão diversos e sua oposição é tão evidente que sua existência é plausível ate para o leigo nas coisas psicológicas, se alguma vez for alertado para isso.todos conhecemos aquelas naturezas fechadas, difíceis de penetrar, muitas vezes ariscadas que contrastam violentamente com os caracteres abertos, sociáveis ou, ao menos, amigáveis, que se entendem ou brigam com todo mundo, mas sempre relacionando, influenciando e sendo influenciados.
Biologicamente a situação entre sujeito e objeto é sempre uma relação de adaptação. Cada relação dessas pressupõe efeitos modificativos de um sobre o outro. Essas modificações constituem a adaptação.
O extrovertido se caracteriza por ter constante doação e intromissão em tudo; a tendência do introvertido é defender-se contra as solicitações externas e precaver-se de qualquer dispêndio de energia que se refira diretamente ao objeto, mas criar si uma posição e fortificada ao Maximo. Quando ocorre uma falsificação do tipo, devido a influências externas, o individuo se torna, na maioria dos casos, neurótico e a cura só é possível restabelecendo-se a atitude que naturalmente correspondência ao individuo.
O introvertido volta-se para si mesmo, absorve-se em seu mundo interior, ao passo que o extrovertido volta-se para fora, para o mundo, estando muito mais interessado no que aí ocorre do que em suas próprias experiências particulares. Jung subdivide ambos os tipos em tipos pensamento, sentimento, intuição e sensação. Assim, poderá haver um tipo pensamento introvertido, um tipo pensamento extrovertido, um tipo sentimento introvertido ou extrovertido e assim por diante.

Tipo extrovertido 

 

Tipo sensação extrovertida

 

O tipo sensação extrovertida refere-se na apreciação sensorial das coisas. Se vai a uma reunião social saberá descrever como estavam vestidas as pessoas e imediatamente reconhecerá a qualidade dos móveis, dos tapetes. Relaciona-se de modo concreto e prático aos objetos exteriores. Adapta-se facilmente às circunstâncias possuindo seguro sentido da realidade. Pertencem a este tipo aqueles de quem se diz correntemente que "sabem viver. O importante para ele é a descrição minuciosa, exata, dos objetos. E a atenção às manifestações da vida subjetiva se lhe afigura sintoma de doença ou, pelo menos, coisa inútil.
É eficiente e prático, mas, como a intuição é a sua função inferior, acontece freqüentemente que não percebe o desdobramento de possibilidades novas. Isso tem sido o motivo do fracasso surpreendente de muito industrial ou comerciante como o texto nos mostra. A intuição pouco desenvolvida não somente falha, mas também muitas vezes segue pistas erradas ou apreende de preferência as possibilidades negativas dos objetos. Sendo a função inferior de um extrovertido, será necessariamente introvertida e por isso desenvolvem-se fobias de toda espécie e sintomas de obsessão que possam cair sobre o individuo.

Tipo intuição extrovertida. 

 

Este tipo está sempre farejando novas possibilidades, coisas que ainda não assumiram formas definidas no mundo real Empreende várias iniciativas ao mesmo tempo, pois como deixará de agarrar probabilidades tão vantajosas que por assim dizer oferecem-se a ele, enquanto os outros em torno nem sequer as percebem. Se facilmente dá início a atividades novas, também do mesmo modo as abandona a meio caminho para começar outra coisa que de repente o fascinou. Não lhe agradam as situações estáveis, dentro das quais se sente como um prisioneiro. Pode4mos dizer que, sendo este tipo extrovertido, sua função inferior, a sensação, é introvertida e, como tal, tende a recuar do mundo exterior e seus problemas. Está ainda aderida ao inconsciente. Por isso, quando circunstâncias especiais lhe permitem entrar em cena, fará o indivíduo subitamente descobrir nas coisas que o cercam aspectos não pragmáticos que o deslumbram e o emocionam fora das medidas comuns.

Tipo pensamento extrovertido.

 

A personalidade consciente é extrovertida e o pensamento, função principal, está dirigido para o exterior. Sua atitude tende constantemente a estabelecer ordem lógica, clara, entre coisas concretas. O raciocínio abstrato não atrai o tipo pensamento extrovertido.  O ponto fraco deste tipo é o sentimento (função inferior). Embora capaz de afeições profundas, tem grande dificuldade em expressá-las. Por isso é sempre mais apreciado no seu meio profissional e social que entre os membros da própria família. A esposa e os filhos de um tipo pensamento extrovertido não se acreditam amados tanto quanto o são na realidade, pois ele nunca sabe encontrar maneiras adequadas de exprimir seus íntimos sentimentos. De outra parte, não são raras súbitas e violentas explosões de afeto que até poderão atingir graus perigosamente destrutivos. Estes fenômenos são decorrentes de uma função sentimento indiferenciada e inconsciente.

Tipo sentimento extrovertido.

 

Este tipo mantém adequada relação com os objetos exteriores, vivendo nos melhores termos com o seu mundo. Irradia calor comunicativo que torna o indivíduo deste tipo o centro de amigos numerosos. Mas ele sabe fazer a correta estimativa desses amigos, facilmente pesa suas qualidades positivas e negativas, e assim não forma ilusões sobre as pessoas com quem convive. As manifestações de sua afetuosidade são exuberantes e, não raro, parecem excessivas aos olhos de outros tipos.
Quando o tipo sentimento extrovertido entrega-se à vida pública pode tornar-se um grande líder, fascinando pelo apelo emocional de sua personalidade mais que pela originalidade de seu pensamento.  Essa pessoa tão transbordante de calor humano surpreende muitas vezes seus íntimos quando formula julgamentos críticos extremamente duros e frios, com o caráter de sanções definitivas. Se o controle da função superior falha (desgaste, cansaço, doença), os pensamentos negativos emergem. E, por serem produzidos pela função inferior de um extrovertido, têm as marcas da introversão, voltando-se principalmente contra o próprio indivíduo que se vê, sem motivos objetivos, destituído de todo valor, incapaz para quaisquer realizações.

Conclusão

 

Jung desenvolveu e introduziu os conceitos de extroversão e introversão o estudo dos tipos de personalidade. Jung via a atividade de uma personalidade extrovertida direcionada ao mundo externo e a de pessoas introvertidas, segundo o tipo de personalidade de Jung, é a pessoa ativa que fica mais satisfeita quando esta cercada por pessoas. Quando esta característica é levada ao extremo, o comportamento é uma fuga irracional para a sociedade. Quando tal característica é levada a um extremo, o mundo de fantasia e intimidade do introvertido torna-se mais importante para o individuo do que a verdadeira realidade.
Sendo assim Jung subdivide ambos os tipos, em tipos pensamento, sentimento, intuição e sensação. Assim, poderá haver um tipo pensamento introvertido, um tipo pensamento extrovertido, um tipo sentimento introvertido ou extrovertido e assim por sucessivamente.
Podemos perceber a entre o extrovertido e o introvertido, onde a extroversão relaciona-se com o ambiente e a sociedade e a introversão faz com que o individuo volte para fatores subjetivos ou mundo da imaginação.
Portanto, o nosso tipo básico de personalidade, seja o introvertido ou o extrovertido, nos diz sobre o foco no qual direcionou nossa atenção e buscamos ali elementos para a compreensão e exploração de nossas potencialidades inatas.
Quando ficamos por demais voltados para nosso mundo interior, deixamos de manifestar de forma concreta - como a vida aqui no planeta Terra nos permite e exige - tudo o que desenvolvemos em nosso íntimo.
Quando muito nos envolvemos com as exigências do mundo exterior e negligenciamos determinadas facetas internas nossas que precisam ser exploradas e desenvolvidas.
Portanto, seja a qual tipo pertencemos - introvertido ou extrovertido - sempre precisaremos harmonizar os dois mundos - o interior e o exterior. Precisaremos sempre encontrar o ponto de equilíbrio entre o nosso mundo interior e o nosso mundo exterior.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

O globo terrestre em uma gota d’água

globo_.jpg

Nada é impossível para o fotógrafo alemão Markus Reugels, nem mesmo representar o mundo em uma simples gota d’água.
Especializado em registrar imagens incríveis de líquidos nos mais diversos formatos, Reugels produziu a foto acima com a ajuda daqueles velhos mapas que usávamos na escola, durante a aula de geografia, para aprender sobre os países.
A diferença aqui é que ele comprimiu, por milésimos de segundos, todo o globo terrestre em um pequenino acúmulo de água. Um trabalho de mestre, certo? Mas também de persistência, já que o fotógrafo chega a tirar cinco mil fotos de cada vez para atingir a foto perfeita.

Fonte: Estadão.