sábado, 30 de junho de 2012

Sopa de abóbora e sementes picantes

Receita :: Sopa de abóbora e sementes picantes

Foto: Robert Schwenck

Por Carolina Ferraz

Eu adoro sopas! Sei, honestamente, que num país tropical como o Brasil, sopas não são os pratos mais populares, mas eu sou fã confessa. Pra mim, sopa tem a ver com amor, carinho, remedinho anti-tristeza, daqueles que vêm quentinhos, esquentando todo o corpo da gente de dentro pra fora. É saudável, é leve, pouca coisa é melhor para arrematar um dia de trabalho que uma sopinha quentinha e uma caminha macia. No meu livro Na Cozinha com Carolina, tem um capítulo dedicado inteiramente a elas.

Serve 4 a 6 pessoas

— 2 colheres de sopa de manteiga com sal
— 1 cebola pequena, picada
— 60 g de gengibre picado, sem pele
— 2 dentes de alho médios, picados
— 1 ½ kg de moranga, sem pele e sem sementes, cortada grosseiramente em cubos
— ¼ de xícara de chá de suco de laranja fresco
— 4 xícaras de chá de água
— sementes de abóbora spicy (ver receita abaixo)
— sal e pimenta-do-reino moída na hora, a gosto

Derreta a manteiga numa caçarola grande sobre fogo médio. Cozinhe a cebola por mais ou menos 2 minutos. Acrescente o gengibre, o alho e a abóbora. Cozinhe tudo mexendo ocasionalmente por uns 8 minutos. Acrescente a água, deixe ferver e reduza o fogo. Cozinhe até a moranga ficar macia, isso deve demorar uns 20 minutos. Bata a sopa, acrescente o suco de laranja, o sal e a pimenta. Sirva quente com as sementes picantes por cima. Essa sopa é deliciosa para dias frios.

Sementes picantes

— As sementes que você retirou da moranga
(se for uma moranga média dará mais ou menos uma xícara)
— 1 colher de chá de chilli, em pó
— ½ colher de chá de pimenta-caiena
— ½ colher de chá de sal marinho
— 2 colheres de chá de suco de limão
Preaqueça o forno a 250º C. Numa assadeira média, combine todos os ingredientes e asse por cerca de 10 minutos, sacudindo a assadeira de vez em quando. Eles ficarão corados e sequinhos.
Essas sementes também são perfeitas para saladas. Às vezes, as preparo em casa e armazeno. Sempre encontro uma maneira legal de aproveitá-las.

Fonte: Blog Carolina Augusta

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Ótima observação :-)


Fonte: Meu timão

Mãe interna o filho ao descobrir que ele é usuário de crack para programas de PC

"A dona de casa Maria Marta Meireles, 36 anos, internou o filho em uma clínica para recuperar viciados em drogas. Maria teria escutado o filho, conversando com um amigo por telefone, dizendo usa crack para instalar programas e jogos no computador.

'Meu filho enlouqueceu, disse que está usando crack até no computador', disse Maria Marta.

O adolescente foi levado por sete homens, com camisa de força, para a clínica.

O médico que atendeu o adolescente, disse que não encontrou nada de anormal no jovem e confirmou que ele não usa drogas. O médico disse também que o crack que o jovem costuma usar é, na verdade, um programinha para rodar programas pirateados no computador, e sugeriu que o garoto fosse pra uma delegacia responder por crime de pirataria, ao invés de ser internado em uma clínica."


Fonte: G17

quarta-feira, 27 de junho de 2012

You are Beautiful



Esqueça as mulheres photoshopadas das revistas e as gostosas malhadas da televisão: você é bonita(o) do seu jeito. Acredite. Foi assim que o fotógrafo americano Matt Blum deu início ao The Nu Project, uma série de nus de mulheres “normais” e “comuns”: publicitárias, jornalistas, médicas, engenheiras, mulheres em suas atividades cotidianas. O projeto começou em 2005 e mantém-se fiel à visão inicial até hoje: nas sessões de fotos não há modelos profissionais e a maquiagem é mínima, sem glamour. Um belo olhar sobre as mulheres reais e suas personalidades, inseguranças, diferenças. A intenção é mostrar a beleza no dia-a-dia, sem retoques ou truques. Lindo.







A equipe do projeto estará no Brasil em novembro para fazer ensaios de voluntárias no Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. Há uma lista de potenciais participantes, revela Matt. Geralmente, das 100 mulheres que dizem sim, apenas 20 topam realmente fazer os ensaios quando chega a hora. Também não há recrutamento. Para participar, basta ter mais de 21 anos, dispor de um lugar para fotografar e estar disponível para a foto. Interessou? Inscreva-se no site do projeto!


sábado, 23 de junho de 2012

'Para ler de manhã e à noite'


"Aquele que amo
Disse-me
Que precisa de mim.
Por isso
Cuido de mim
Olho meu caminho
E receio ser morta
Por uma só gota de chuva."

Bertold Brecht
 

quarta-feira, 20 de junho de 2012

É genético! Identifique seu tipo sanguíneo e saiba como ele influencia o seu trabalho



As características responsáveis por definir a personalidade de um indivíduo podem variar de acordo com o tipo sanguíneo de cada um. A constatação é do master coach e especialista em gestão comportamental com neurociência e neurometria, Sérgio Ricardo, que pesquisa o assunto e defende a teoria.
Segundo ele, a personalidade de um profissional, bem como as atividades com que ele mais se identifica dependem, principalmente, da genética do indivíduo. “Os do tipo A, por exemplo, servem para trabalhos que envolvam organização, planejamento, orientação e controle em geral”, diz o especialista, que garante ainda que as pessoas com esse tipo sanguíneo são mais estressadas.
“Ao menor de sinal de estresse, esses profissionais podem ficar paranóicos e depressivos”, conta.
Mas nem tudo precisa ser um problema, afinal, os colaboradores de outros tipos sanguíneos, como o B, por exemplo, não costumam ser impactados de forma negativa. “Eles são mais calmos, flexíveis, menos vulneráveis a doenças e se harmonizam facilmente com as pessoas de outros departamentos”, conta o especialista que adota como base os estudos de médicos naturopatas como James D’Adamo e Peter D’Adamo para legitimar a teoria.
“Após 10 anos de pesquisa e de avaliação em mais de 10 mil pessoas, temos percebido como o tipo sanguíneo pode influenciar o comportamento dos indivíduos em todos os sentidos”, diz.

Em prol da empresa

Tais dados podem ser úteis em uma empresa por meio do mapeamento genético de cada indivíduo a ser contratado. “Seria útil que a área de recursos humanos de uma organização soubesse interagir com as dominâncias e características dos tipos sanguíneos, pois assim, ficaria mais fácil proporcionar economia à gestão, que precisa definir contratações e promoções”, avalia o especialista.
Para ele, por meio de tal atitude seria possível avaliar, com antecedência, as competências de cada profissional antes mesmo dele entrar em um projeto ou mesmo na empresa.

Perfil sanguíneo

Na relação abaixo você pode conhecer as características de cada profissional, bem como as atividades mais apropriadas para ele, de acordo com seu tipo sanguíneo.

Tipo A: são profissionais sensíveis, inteligentes e espertos que gostam do estilo de vida urbano e intenso. Ficam refreando a ansiedade o tempo todo, mas quando explodem é melhor não estar por perto. Precisam de exercícios, calmantes e relaxantes o tempo todo, pois ao menor de sinal de estresse podem ficar paranóicos e depressivos. Por isso, se o seu chefe apresentar esse perfil, tenha cuidado! Nesta fase os profissionais costumam levar tudo para o lado pessoal, fazendo com que extrapolem as suas funções.

Tipo B: flexíveis e menos vulneráveis a doenças, os indivíduos do tipo B apresentam uma atividade mental mais agitada e se harmonizam facilmente com todas as pessoas. São os profissionais do ‘bem’, que preferem a inteligência e a paz. Para se ter uma ideia, 40% dos milionários de todo o mundo são do tipo B. Já quando o assunto são as atividades mais apropriadas para esse profissional, o gerenciamento de crise, negociação e o controle de cenários, onde esse risco está sempre presente, se destacam.

Tipo AB: aguçado e sensível, o profissional AB traz características de ambos os tipos sanguíneos e, não raro, pode apresentar uma natureza um tanto quanto excêntrica, que aceita todos os aspectos da vida sem estar particularmente consciente das consequências. Além disso, não gostam de rotina e preferem a inovação e a surpresa. “São também cativantes, carismáticos e gostam de se gabar, pois Jesus Cristo teria este tipo de sangue”, diz o especialista.

Tipo O: fortes, resistentes, autoconfiantes e ousados. Os colaboradores do tipo O podem ser muito intuitivos e se destacam por possuir uma qualidade única: um otimismo nato. São ótimos para atividades com alto índice de estresse e para tarefas que exigem mais do sistema nervoso, como vendas, desenvolvimento de campanhas e atividades de risco, dada a sua tolerância a tais situações.

Fonte: Pavablog

segunda-feira, 18 de junho de 2012

A origem dos contos de fadas


Você sabe qual é a origem dos contos de fadas?
No século 16, os contos de fada não eram brincadeira de criança. Sexo, violência e fome apimentavam as tramas inventadas por camponesas nas poucas horas de diversão.
Você já imaginou se o lenhador não aparecesse ao final da história para salvar Chapeuzinho Vermelho e sua vovozinha?
Agora pior do que isso -e se a menina, antes de ser devorada pelo Lobo Mau, ainda fosse induzida por ele a beber o sangue da avó, além de tirar a roupa e deitar-se nua na cama? Você contaria tal historinha a seu filho? Os camponeses da França do século 16 contavam – e os detalhes violentos e libidinosos desta e de outras histórias que povoam o nosso imaginário infantil não param por aí. Se você nunca ouviu as versões apimentadas, foi por obra e graça de escritores como o francês Charles Perrault, os alemães Jacob e Wilhelm Grimm e o dinamarquês Hans Christian Andersen, que entre o fim do século 17 e o início do século 19 pesquisaram, recolheram e adaptaram as histórias contadas por camponesas criadas em comunidades de forte tradição oral.
Chapeuzinho Vermelho, Cinderela, Branca de Neve, João e Maria, A Bela Adormecida e outros contos de fadas tão familiares foram passados de geração para geração por trabalhadores analfabetos, que se sentavam à noite em volta de fogueiras para contar histórias. Nestas reuniões, chamadas de veillées pelos franceses, as mulheres narravam seus casos enquanto fiavam e teciam, o que originou expressões como “tecer uma trama” e “costurar uma história”. Os homens consertavam suas ferramentas ou quebravam nozes. No universo dos camponeses franceses pré-Revolução, nos séculos 17 e 18, não havia tempo para descanso. Durante o Antigo Regime, diversão e trabalho misturavam-se, como na história da pobre Gata Borralheira.
Sem papas na língua, as contadoras de histórias caprichavam nos detalhes, digamos, escabrosos. Na versão original, A Bela Adormecida, por exemplo, foi violada por um anão durante o sono. Isso acontecia porque, naqueles tempos, essas não eram exatamente histórias infantis. Naquela época não havia distinção entre infância, adolescência e idade adulta. Esses contos eram galhofas, que serviam para unir a comunidade.
Tanta inspiração nascia do cotidiano: a segurança da casa e da aldeia opunha-se aos perigos da estrada e da floresta, como em Chapeuzinho Vermelho. A crueldade fazia parte do roteiro pois era pobreza e morte que se esperava do mundo no século 16. A fome, o maior mal daquele tempo, protagonizava muitas das narrativas, como em João e Maria, em que os pais abandonam as crianças na floresta por não ter como alimentá-los. No caso da história de João e Maria tem a parte da preocupação dos adultos com a fome que assolava a todos e das crianças que temiam ser abandonadas.
Tudo começa a mudar e os contos começam a ter nuances de contos de fadas com final feliz no final do século 18, quando se começa a fazer distinção entre a infância e a vida adulta. E é nesse momento da história que entraram em ação Perrault, os irmãos Grimm e, mais tarde, Andersen. Eles não foram os primeiros a passar para o papel as histórias dos camponeses, mas foram os mais bem-sucedidos em sua adaptação ao gosto da nobreza e das crianças. Perrault, por exemplo, incluiu comentários sobre os costumes e a moda das elites em suas versões para dar uma cara à nação francesa.
O que o escritor fez em seu Contos da Mamãe Gansa, de 1697, de certa forma foi o que os contadores faziam nas aldeias: adaptou um fio condutor comum a sua realidade, eliminando detalhes violentos ou de conteúdo sexual – e incluindo a “moral da história”. A adaptação ao gosto do contador, aliás, é uma marca que atravessa os tempos.
Em uma história da China do século 9, por exemplo, uma moça chamada Yeh-Hsien é ajudada por um peixe mágico, que lhe dá chinelos de ouro para a festa da aldeia. Na volta para casa, ela perde um dos chinelos, que vai parar nas mãos do governante. No fim, o chefe local apaixona-se pelos pés pequenos de Yeh-Hsien, em consonância com os costumes chineses de enfaixar os pés das meninas para que não crescessem. As diferenças culturais estão claras, mas pode-se reconhecer as origens de Cinderela no conto.Quando uma história é narrada de forma oral, normalmente é adaptada a realidade do momento. É, quem conta um conto sempre aumenta um ponto, seja na China do século 9, na França do século 18 ou nos dias de hoje.

Chapeuzinho Vermelho

Na França do século 18, Chapeuzinho Vermelho não usava um chapeuzinho vermelho. E o Lobo matava a vovó, enchia uma jarra com o seu sangue e fatiava sua carne. Quando a menina chegava, ele, já travestido, mandava que ela se servisse do vinho e da carne. Depois, pedia à menina para se deitar nua com ele. A cada peça de roupa que tirava, Chapeuzinho perguntava o que fazer, e o lobo respondia: “Jogue no fogo. Você não vai precisar mais”. E ela não perguntava dos olhos, orelhas ou nariz do algoz. Dizia, sim: “Ah, vovó, como você é peluda!”, ao que ele respondia: “É para me manter mais aquecida”. Citava ainda seus ombros largos e suas unhas compridas, em comentários sensuais, antes de dizer: “Ah, vovó! Que dentes grandes você tem!”. E a história terminava com o lobo devorando a garota. Sem caçador para salvá-la, sem final feliz e sem medo de mexer com tabus.
Na versão dos irmãos Grimm, do início do século 19, não tem banquete canibal, nem strip-tease ou mortes. Chapeuzinho, incitada pelo Lobo, desvia-se do caminho para colher flores. Enquanto isso, o lobo devora a vovozinha e veste suas roupas. Quando a garota chega, faz as perguntas clássicas: Por que a senhora tem orelhas tão grandes?” É para te ouvir melhor”, responde o Lobo, e assim sucessivamente, passando pelos olhos, o nariz e as mãos, até a pergunta fatal: “Por que a senhora tem essa boca enorme? “É para te comer!”, diz o Lobo, devorando-a. Os Grimm incluíram na trama ainda a figura do caçador, que corta a barriga do Lobo e liberta a avó e a neta. Chapeuzinho então joga pedras na barriga do Lobo, que morre. E aprende a obedecer a mãe, a andar sempre no caminho certo e a não dar papo para lobos…

Fonte: Livros só mudam pessoas

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Poema



Poema que inspirou Nelson Mandela no período em que esteve preso.

Dentro da noite que me rodeia
Negra como um poço de lado a lado
Eu agradeço aos deuses que existem
Por minha alma indomável..

Nas garras cruéis das circunstância
Eu não tremo ou me desespero
Sobre os duros golpes da sorte
Minha cabeça sangra, mas não se curva.

Além deste lugar de raiva e choro
Paira somente o horror da sombra
E ainda assim, a ameaça do tempo
Vai me encontrar e deve me achar destemido.

Não importa se o portão é estreito
Não importa o tamanho do castigo
Eu sou o dono do meu destino
Eu sou o capitão de minha alma.
 
Comédias & Dramas. Algumas vidas... tudo vivido de perto!

Método Homer Simpson