sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Abobrinha recheada com atum

Humm...  que delícia!


Receita super simples e surpreendente! Fica uma delícia! Perfeita para quem não tem muito tempo na cozinha e quer uma refeição rápida e saudável! Você pode servir quente ou como uma entrada fria que é gostosa dos dois jeitos. 

Ingredientes do Recheio:
- 1 batata média cozida e amassada (deixe esfriar antes de usar);
- 1 lata de atum (usei o sólido que vem em água, mas pode ser o com óleo);
- 1/2 cebola picada;
- 1 tomate sem semente picado;
- 1 colher (sopa) de alcaparras (opcional);
- 2 colheres (sopa) de maionese (usei a light);
- Sal e pimenta do reino à gosto.
Misture tudo e reserve. Esta quantidade de recheio é suficiente para umas 10 unidades (cerca de 3 abobrinhas cortadas em rodelas altas).




Corte as abobrinhas e com uma faca afiada retire o miolo (como na foto abaixo). Leve para cozinhar em água já fervente por 2 minutos (se deixar mais tempo fica muito mole). Escorra e enxugue bem. Passe um pouquinho de sal na parte interna e externa.


Coloque as abobrinhas em uma forma untada com bastante óleo ou azeite. Eu coloco alumínio e unto por cima. Com uma colherinha preencha a cavidade com o recheio e salpique parmesão ralado.



Leve ao forno (em temperatura 200º) apenas para aquecer e derreter o queijo.
Retire com cuidado da forma, porque ela dá uma "pegadinha" embaixo, mas se estiver bem untada solta fácil.


Fonte: Panelaterapia

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

O que pode ser pior que a ignorância?

Quanto mais ignorante for a pessoa, maior a valorização que ela dá a si mesmo e menor a valorização que ela dá aos outros
Imagem: Vase de Juan Tello]

Imagem: Vase de Juan Tello]  
Mustafá Ali Kanso, no HypeScience

Na esteira do artigo da semana passada, no qual abordamos o tema metacognição surgiu a questão:

— Se metacognição é o conhecimento e o controle do próprio conhecimento, qual seria o efeito da ignorância da própria ignorância?

Com intuito de responder essa questão vou me referir à pesquisa de David Dunning, um psicólogo da Universidade de Cornell, realizada em conjunto com Justin Kruger da Universidade de Nova York já noticiada aqui no Hypescience.

A pesquisa fundamentou-se na realização de diversos testes dentro de determinadas áreas das habilidades humanas, tais como raciocínio lógico, inteligência emocional, jogos de estratégia, sagacidade no humor, etc. seguido de uma entrevista.

Nessa entrevista era solicitada a opinião de cada participante sobre seu próprio desempenho nos testes.

Os resultados foram esclarecedores.

Os participantes da pesquisa que tiraram as mais baixas pontuações superestimaram seus resultados em 100% das entrevistas.

E quanto pior o resultado quantitativo em raciocínio lógico, inteligência emocional, humor ou mesmo habilidades em jogar xadrez, por exemplo, maior foi a diferença entre a sua real pontuação e a sua estimativa arrogada na entrevista.

Ficou patente que a incompetência priva as pessoas da capacidade de reconhecer sua própria incompetência.

Tal limitação pode ser a principal responsável pelo descompasso nos relacionamentos interpessoais e no funcionamento da sociedade como um todo.

Com mais de uma década de pesquisa os resultados demonstraram que os seres humanos acham “intrinsecamente difícil ter uma noção do que não sabem”.

O pior em tudo isso, é que não se trata apenas de otimismo ou autoconfiança.

Os pesquisadores descobriram uma total falta de habilidade em autoavaliar-se. Um bloqueio nessa parte do autoconhecimento individual que implica na ignorância sobre a extensão de suas reais habilidades e na confusão entre a imagem que se tem de si mesmo e a realidade de suas próprias competências (ou incompetências).

Mesmo quando os pesquisadores ofereceram aos participantes uma recompensa de US$ 100 para aqueles que classificassem seu desempenho com a maior precisão, os resultados foram praticamente os mesmos.

“Eles realmente estavam tentando ser honestos e imparciais. Percebia-se ali uma real incapacidade de se avaliar o próprio conhecimento bem como seus próprios limites. Nisso podemos apontar a causa de muitos dos problemas da sociedade, como por exemplo, a própria negação das alterações climáticas. Tal negação passa pela sedimentação de uma opinião desinformada e desatrelada da realidade, e o que é pior, aliada à inconsciência dessa desinformação” — afirmou Dunning.

E para agravar o caso, ficou evidente também que pessoas que não são talentosas em uma determinada área são incapazes de reconhecer esse talento nos outros.

O que é mais uma das obviedades que a psicologia cognitiva está nos esfregando na cara.

Quanto mais ignorante for a pessoa, maior a valorização que ela dá a si mesmo e menor a valorização que ela dá aos outros.

De fato, é um resultado que não surpreende um bom observador da conduta humana desde que se tem falado em ignorância e arrogância — parecem que são características indissociáveis e com os resultados mais nefastos que podemos imaginar na conduta humana.

O que me leva a concluir, sobre a nossa questão base:

Pior que a ignorância — só mesmo a ilusão do conhecimento, que invariavelmente a acompanha.

Essa terrível ilusão que além de levar o indivíduo ao erro também o aprisiona na própria ignorância, impedindo-o de buscar pelo conhecimento.

Afinal, ninguém precisa encher um cântaro quando se acredita que ele está completamente cheio.

Fonte: Pavablog

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

O mundo assombrado de Rachel Sheherazade




Deram uma página em branco para apresentadora e ela manifestou tudo o que conhece sobre o Brasil: nada
Em entrevista recente à coluna Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo, a apresentadora do SBT Rachel Sheherazade contou ser neurótica com a violência urbana, sobretudo porque noticia diariamente “tudo o que há de ruim”. Por isso, relatou, só sai de casa para ir ao trabalho. De vez em quando vai ao shopping ou ao teatro. Sempre de carro blindado.
O mundo que ela e certa casta de detentores da verdade noticiam, portanto, é um mundo projetado. Ruim, decerto, mas desenhado sem conhecimento de causa. É uma praga que corrói o jornalismo: quem se propõe a narrar diariamente os fatos não conhece os fatos. Não anda nas ruas. Não circula. Não sai da bolha. E, do alto de um mirante, passa a emitir ordens sobre como é a vida de sua audiência e/ou leitores, estes que eles mesmos mal sabem quem são ou como vivem.
Sobre esta espécie de “editoria de piá criado em prédio”, tínhamos uma sentença já à época de faculdade: podem enganar até seus chefes, mas deem uma folha em branco a eles para escrever sobre qualquer assunto e de lá não sairá nada.
Pois então. Na terça-feira 11, a mesma Folha de S.Paulo deu vida a esta alegoria. Espaço para especialistas, estudiosos e pesquisadores, a seção Tendências e Debates deu uma folha em branco para Sheherazade demonstrar tudo o que sabe sobre segurança pública, direitos humanos e sobre o seu país que, dias atrás, ela confessou se limitar da casa ao trabalho e, esporadicamente, da casa para o shopping. É nessa trajetória que ela recria a imagem de um país jorrado em sangue: sem policiamento, com bandidos à solta, armas em punho, a cometer todas as atrocidades contra todo mundo que é de bem. Pessoas que, segundo sua peça literária publicada em forma de artigo, escolheram ser criminosas e hoje recebem a solidariedade e pena de ONGs e grupos de direitos humanos e por isso, e só por isso, têm carta-branca para instalar o real estado de natureza em um país de impunidades.
Em resumo, deram uma página em branco para Sheherazade e ela manifestou tudo o que conhece sobre o Brasil: nada. Neste espaço, ela voltou a dizer que os criminosos estão soltos, que o Brasil é um dos países mais violentos do planeta, que a lei é frágil, que os menores infratores estão protegidos e que só quem agride animais vai para a cadeia. Neste universo, diz identificar nitidamente o bem e o mal: o bem somos nós, eu, você, cidadãos que pagam impostos e têm o direito à vida. Os maus são os criminosos comuns protegidos por ONGs e pelo Estado que atrapalham nossos caminhos em direção a uma vida de bem: casa, trabalho, shopping.
De fato, somos um país violento. Mas essa violência é mais difusa do que supõe sua folha em branco. Por isso ela e seus seguidores não conseguem reconhecer que parte da nossa violência brota de onde menos se espera. É reproduzida, por exemplo, por grupos que ela diz compreender que ajam ao arrepio da lei. Se a ação destes grupos é compreensível, diante da barbárie que ela jura estar instalada, estamos prestes a aceitar que encapuzados organizados saiam às ruas, diante da paralisia que ela jura estar encerrada à polícia, para colocar ordem no estado. Assim, saímos legitimados a espancar não só o “trombadinha”, como também a prostituta, o andarilho, o casal gay. Ou seja: façam exatamente o que fazem no Brasil há séculos.
Em seus argumentos, Sheherazade afirma que a sensação de impunidade no Brasil se deve à fragilidade do Estado, culpa de um policiamento falho amarrado a normas sobre autos de resistência. Se andasse na periferia, saberia o que é discurso oficial e o que é piada pronta. Se soubesse ler estatísticas, saberia que quem está na mira não são os cidadãos aprisionados em condomínios fechados, mas jovens e pobres e das periferias. Uma pesquisa divulgada pelo Ipea no fim do ano passado mostrou que dois de cada três assassinatos no Brasil têm como vítima um negro. Em janeiro, um levantamento do iG revelou que os três distritos com mais assassinatos em São Paulo ficam na periferia da cidade: Parque Santo Antônio, Capão Redondo e Campo Limpo. Não é pena, é estatística: não é a ordem da periferia que provoca mortes no centro, mas a ordem do centro que provoca mortes na periferia. Por isso podemos andar tranquilamente por espaços do centro, iluminados e bem policiados: a escuridão está longe da nossa trajetória.
Em Campinas, a pena que ela diz existir sobre a bandidagem não salvou 13 pessoas, alguns sem passagem pela polícia, da morte em duas chacinas na mesma noite. Policiais militares da região são os principais suspeitos. E se a atenção sobre autos de resistência fosse de fato um elemento a corroborar com a impunidade, ninguém daria tiro a céu aberto contra portadores de bolas de gude durante um protesto em São Paulo. Basta olhar a profusão de cassetetes, bombas de efeito moral e interrogatórios ao ar livre, com tapas na cara e pontapés, para lembrar também que no Brasil desconhecido por Sheherazade ninguém está exatamente constrangido em aplicar rigor sobre qualquer suspeita.
Mas Sheherazade e tantos outros detentores do monopólio da verdade sobre as ruas não andam nas ruas: provavelmente nunca viram qualquer abordagem para tirar qualquer conclusão. A falta de contato com o mundo cria narrativas paralelas e, nessas narrativas, a visão de mundo não tem pé na realidade nem na análise fria de qualquer estatística. Por isso ignora-se que a seletividade da aplicação da lei é o elemento que permite todo tipo de barbárie, e não a frouxidão de suas normas. Sheherazade poderia explicar, por exemplo, como um Estado mais rígido, que ela jura inexistir, poderia impedir a barbárie nos locais onde, por natureza, não existe policiamento: as casas das famílias de bem, de onde saem pais e mães assassinados, esposas e esposos esfaqueados e colocados na mala, filhos são jogados pela janela ou levados ao córrego vizinho. (No artigo, ela diz que o cidadão de bem está desarmado e isso é culpa do Estado, mas ignora os crimes com armas de fogo cometidos dentro de casa por pais e filhos com armas ao alcance).
Ainda segundo o mundo de Sheherazade, as delegacias e presídios estão vazios: os criminosos pintam e bordam e saem de lá pela porta da frente, enquanto os cidadãos de bem que matam papagaios estão presos. Pois, fora do caminho casa-trabalho-shopping, o Brasil está curioso para conhecer essa multidão assassina de passarinhos que abarrotam as celas das delegacias e penitenciárias brasileiras. Se Sheherazade conhecer um, que nos apresente, pois no mundo real tem mais gente presa do que ela imagina. Quem está solto, podemos garantir, não são os menores que transformam a vida da população de bem em um inferno, mas cidadãos que não assaltam carteira, mas orçamento; golpistas com editais de serviços públicos debaixo dos braços; engravatados de cartéis e oligopólios no campo e na cidade; autoridades com vistas grossas sobre venda e distribuição de drogas e armas; mandantes protegidos por capangas; e até machões enciumados que alegaram direito à honra para justificar o morticínio. A diferença é que estes ganham tempo com recursos processuais dos quais só uma parte da população ouviu dizer.
Se olhar caso a caso, a apresentadora talvez se espante em saber que a nuance da tragédia diária não cabe na narrativa de bem e mal. Dizer que soluções simplistas não vão resolver problema algum não é demonstrar pena de bandido ou do inocente: é simplesmente ser realista e desapegado de fórmulas mágicas.
O Brasil é, de fato, um lugar de insegurança patente, mas existem muitos Brasis dentro de um mesmo país. Um está fora dos centros e tem um corpo esturricado em cada beco pelo Estado, por grupos paramilitares ou por acerto de conta; outro, encalacrado em bairros nobres, tem padrão israelense de segurança. É disso que se trata quando se pede responsabilidade na palavra final dos fatos. Não se trata de apelo à piedade ou à censura, mas de um apelo à razão. Dentro de casa, apavorados com o próprio medo e o mofo das cortinas fechadas, criamos um monstro imaginário, damos cor e rosto a um inimigo e passamos a defender soluções autoritárias para poder sair do quarto. Só sairemos de lá quando as ruas estiverem limpas. Foi este o apelo que permitiu ao longo da História a adoção de políticas autoritárias em troca da dissolução de direitos civis, políticos e sociais, sobretudo os grupos já marginalizados (atenção: não estamos falando de marginais). Estas respostas autoritárias não fizeram do planeta um lugar melhor para se habitar. Pelo contrário, criaram novas chagas. No caso do Brasil, existem chagas demais a serem tratadas. Espancar, torturar ou humilhar jamais fechou nenhuma delas.
Fonte: Carta Capital

"Não se possui o que não se compreende."
Johann Goethe 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Catorze crianças que escreveram coisas muito feias mas muito engraçadas


1 – Obrigado por não me fazer morrer

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“Obrigado, mãe por me fazer comida, assim eu não morro”.

2 – Fada dos dentes caloteira

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“Querida fada dos dentes, eu perdi meu dente no dia 23 de outubro. Agora já é 12 de novembro. Eu perdi meu dente na pizza. Eu perdi dois hoje. Você me deve 1 dólar. Não querendo ser dura, mas eu preciso de grana. Annisa.”

3 – Você conhece satã?

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“Querido tio Bryan. Eu espero que você tenha um bom aniversário. Eu te amo, tio Bryan. Como vai você? Você já ouviu falar de satanás? Ele faz você fazer coisas más. Amor, Rebekkah”

4 – Papai, seja bonzinho e assine esse documento!

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“Querido papai, eu posso fazer karati? Eu prometo não te machucar. Eu poderia lutar contra os ladrões e é um grande exercício. Posso fazer? Assine abaixo pra eu ter certeza”

5 – Da série “sou bipolar desde pequena”

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“Querida mamãe, você é a minha mãe preferida. Me desculpe por te chamar de pedaço de cocô. E eu te odeio e não vou para o meu quarto. Te amo mamãe. Sua filha, Karah.”

6 – Como ser fofo mesmo com raiva

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“Eu estou com raiva de você e não vou falar com você hoje e amanhã! PS: o dia todo. PS: Eu ainda te amo”

7 – Papai, deixa de ser frouxo! (muito bom!)

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“Querido papai, por que você quer ser vegetariano? Foi a mamãe que te fez querer? Se foi, você não precisa escutá-la, ela não é a sua chefe

8 – Que desculpa nada!

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“Desculpa por causa de nada!”

9 – Amor violento

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“Querida mamãe, muuuuuuito obrigada por ser a minha mãe. Se eu tivesse uma mãe diferente, eu a socaria na cara e iria te procurar. Amor, Brooke”

10 – O pior/melhor presente de todos

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“Obrigado pela fantástica arma de água que eu usarei pra atirar em você”

11 – Verdades sinceras

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“Querido Brody, a senhora P. me fez escrever esse recado. Tudo o que eu quero é pedir desculpas por não me sentir culpado. Eu tentei me sentir culpado, mas não consigo. Lian”

12 – Dando o troco no vizinho

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“Quando eu tinha oito anos de idade, o cachorro do meu vizinho vivia fazendo cocô no meu jardim. Então, um dia, eu fiz cocô no jardim dele”

13 – Mamãe (des)ocoupada

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“Essa é a minha mãe e isso é o que ela faz todos os dias [assiste a Ellen]“
 
*o show da Ellen Degeneres é um programa de entrevistas muito famoso nos Estados Unidos. É como se fosse a “versão branca” da Oprah.


 

14 – Sinceridades de natal

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“Espero que você ganhe um monte de presentes e tenha um feliz natal… e você está gordo!”
Crianças, como não amá-las! 
Fonte: Tudo Interessante

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Rocambole de Carne Recheado de Provolone

Que blog delicioso que eu conheci neste fim de semana!
Para quem gosta de cozinhar (e para quem quem não é lá muito adepta a arte), segue sugestão de visita.
Esta aí foi feita por uma pessoa muito querida e, segundo ouvi dizerem, ficou divina!


Eu já dei aqui no blog uma receita bem semelhante, mas achei interessante compartilhar novamente porque desta vez usei aveia para dar liga na carne. A aveia deixa mais nutritivo sem interferir no sabor.
Servi acompanhado de purê simples de batata e ervilhas frescas que eu adoro (me sentindo uma típica americana, vai vendo!).

Para começar, faça uma marinada usando:
  • 2 colheres (sopa) de shoyu
  • 2 colheres (sopa) de aveia
  • 3 colheres (sopa) de água
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 1/2 colher (café) de sal
  • 1 colher (café) de mostarda
  • 2 dentes de alho picados
  • 1/2 cebola ralada
Deixe descansar por 10 minutos para hidratar a aveia. 


Em seguida, junte a esta mistura 500g de carne moída (pode ser patinho, acem, ou a carne da sua preferência) e um pouco de salsinha picada. Misture bem. O ideal é usar as mãos para amassar e dar liga. O resultado será este:


Para a montagem, estique um pedaço de plástico filme sobre a pedra da pia ou uma bancada. Em cima dele coloque a carne, e com as mãos, dê o formato de retângulo. 
Coloque o recheio. (na ocasião usei palitos de queijo provolone, mas pode ser o que você quiser).


Com a ajuda do plástico vá enrolando e pressionando bem, tomando cuidado para não enrolar o plástico junto com a carne.


Quando terminar de enrolar pressione bem as pontas para não deixar o recheio escapar. Coloque em forma untada com azeite, forrada com papel manteiga e com mais azeite por cima. Esta é a melhor opção para não grudar.
Você pode levar para assar sobre papel alumínio também, mas ele deve estar untado com muito azeite por cima (entre o alumínio e a carne). Ou ainda, direto em um refratário de vidro bem untado também.


Leve para assar em forno médio até a superfície dourar. Eu sei que vocês vão perguntar quanto tempo de forno, mas gente, isso depende muito da marca do seu fogão. Só para exemplificar, eu tinha um fogão de outra marca antes, o mesmo bolo, assando nos mesmos 200º naquele fogão levava 1h e 10 e nesse novo leva 40 min. Então tempo de forno é uma informação furada! Pode abrir o forno e checar depois dos 15 minutos, se estiver com cara de assado, é porque está assado! Ó que informação "gênia" hahaha!

Fica bonitão assim, ó:


Tem uma receita para você fazer um purê matador --> aqui. A ervilhas frescas congeladas (sempre tenho 1 pacote no freezer) eu passei pela água fervente (deixei 1 minuto de molho) e temperei com azeite e sal.
Esta receita serve bem 4 pessoas.

Fonte: Panelaterapia